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Como a carreira médica funciona depois da graduação?

Dar início a uma carreira médica inclui muitas exigências. Concursos, residências, especializações, provas e outros fatores demandam muito aprendizado e dedicação. Afinal, poucas profissões no mundo lidam com a vida e a saúde humana com tamanha intensidade! 

Pensando nisso, preparamos um conteúdo exclusivo sobre os principais caminhos para você estabelecer uma carreira médica. Continue a leitura para compreender os principais detalhes para conquistar a tão sonhada profissionalização na área médica.

O vestibular de Medicina

Aqui, começa a saga de quem sonha em seguir a carreira médica: conquistar a aprovação no vestibular de Medicina, seja em universidades públicas ou privadas. Essa é uma das etapas mais esperadas pelos candidatos, sendo comum a realização de diversas tentativas para ingressar na instituição de ensino de preferência.

Isso porque, no Brasil, o vestibular para os cursos de Medicina costumam ser os mais concorridos do país e apresentar a maior nota de corte no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que aumenta mais a cada ano, oscilando entre 662 e 888 pontos.

A graduação em Medicina

Em termos de dificuldades, a graduação em Medicina é exigente. Em média, o curso dura seis anos e possui um currículo bastante rigoroso, com o ciclo básico e clínico, assim como o internato. Dessa forma, representa uma etapa muito importante para o aprendizado do estudante.

Após o período de formação, o médico precisa se registrar no Conselho de Medicina do estado em que mora. Ele também deve se acostumar com a ideia de que o aprendizado é constante, e os estudos nunca devem ser deixados de lado.

Sendo assim, é comum ter uma carga horária exaustiva de trabalho e aprender a lidar com situações difíceis, seja no trato com o paciente, nas conversas com os familiares ou nos procedimentos cirúrgicos. Essa profissão exige muito conhecimento e controle emocional de quem a abraça.

Qual carreira médica seguir após a formação?

Mesmo durante a graduação, muitos já pensam no futuro da carreira médica, cogitando as especializações que afunilam o nicho e podem trazer tanto a satisfação pessoal quanto um maior retorno financeiro.

O caminho mais tradicional costuma ser a residência médica, a segunda epopeia na vida do jovem médico. Com menos vagas que o vestibular, já que a oferta não dá conta de suprimir a demanda anual de médicos formados, essa etapa é disputadíssima em praticamente todos os campos da medicina!

Como escolher uma especialização?

Apesar da especialização ser o caminho mais tradicionalmente escolhido por quem quer uma especialização na carreira médica, escolher uma das 55 especialidades médicas pode ser um tanto quanto complicado.

Há muitas considerações que devem ser feitas antes de você decidir qual especialidade prestar e onde, tais como família, dinheiro, relacionamento afetivo, perspectivas de carreira, sonhos, qualidade de vida e realização pessoal. Por isso, aproveite para conhecer o teste vocacional de residência médica.

Quantas residências médicas é possível fazer?

O MEC (Ministério da Educação) e o Conselho Nacional de Residência Médica proíbem repetir programas de residência multiprofissional em especialidades já concluídas. Além disso, você só pode cursar uma área de atuação específica em cada especialidade, então preste muita atenção às suas escolhas.

De acordo com a Resolução nº 2/2005, não é permitido concluir mais de duas residências diferentes se uma não for pré-requisito para a outra. Logo, não é mesmo algo simples, mas é possível fazer duas residências distintas, em qualquer instituição ou estado.

Se decidir não concluir a primeira residência na instituição escolhida, por exemplo, é possível realizar a transferência. Entretanto, ela deve ser autorizada pela COREME (Comissão de Residência Médica) do estado e precisa receber um parecer favorável.

No entanto, só é possível fazer a mudança de instituição — não de especialidade, viu! Então, essa mudança só serve quando você tem algum problema com o local da residência ou alguma necessidade que justifique a solicitação. Lembre-se: a transferência só é concedida uma vez.

Quais são as especialidades médicas mais difíceis?

Depois dos seis anos na faculdade de Medicina, para muitos profissionais, como o médico residente ou recém-formado, o foco passa a ser a especialização e a residência médica. Pensando nisso, você sabe quais são as especialidades médicas mais difíceis?

Praticamente todas as especialidades médicas possuem um nível razoável de complexidade e dificuldade. Como a Medicina é uma ciência para lá de polivalente, é capaz de absorver todos os perfis profissionais.

Para se destacar em uma área, é preciso aliar gosto pessoal, habilidades adquiridas ao longo da formação e senso crítico para fazer as escolhas: os médicos mais práticos costumam ir para a cirurgia, enquanto os mais pensativos e analíticos vão para a clínica.

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DjonMachado

Djon Machado

Catarinense e médico desde 2015, Djon é formado pela UFSC, fez residência em Clínica Médica na Unicamp e faz parte do time de Medicina Preventiva da Medway. É fissurado por didática e pela criação de novas formas de enxergar a medicina.