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Podcast Finalmente Residente – episódio #1: o que não te contam sobre a residência médica em São Paulo

Você já teve a curiosidade de saber como é fazer residência médica em São Paulo numa instituição de respeito? Se sim, hoje nosso papo é com você! Nesse artigo, vamos te contar um pouco sobre o que foi conversado no primeiro episódio do nosso novo podcast, o Finalmente Residente, lançado no dia 12 de maio. 

Imagem dos nossos hosts, que conversaram sobre como é fazer residência médica em São Paulo
Primeiro episódio do podcast Finalmente Residente

Não é por acaso que o nome desse episódio inaugural é “Virei R1, e agora? Uma resenha sobre os anos mais intensos da sua vida”. A residência médica com certeza é o momento mais esperado da sua formação como médico e, no que depender da Medway, você não vai ficar na mão para ter informações a respeito dessa fase!

Os nossos hosts João Vitor, formado em Clínica Médica pela USP e cofundador da Medway, Joana Rezende, formada em Pediatria pela UFRJ, e Djon Machado, formado em Clínica Médica pela Unicamp, contaram suas histórias nas melhores instituições do país e desmistificaram tudo o que acontece dentro dos hospitais. 

Ficou curioso? Bora saber mais!

Qual é o impacto de vir de fora para fazer residência médica em São Paulo?

Começamos o nosso podcast falando sobre os desafios de mudar de cidade para fazer residência médica em São Paulo. Joana, natural do Rio de Janeiro (RJ), iniciou o papo. Apesar de ter feito residência em Pediatria na UFRJ, ela se mudou pra São Paulo para se jogar em uma segunda residência — história que vamos contar melhor logo logo! Ela contou das grandes diferenças entre a cidade maravilhosa e a cidade que nunca dorme. Com ar de muita descontração, comentou que São Paulo superou suas expectativas, pois tinha medo de como seria sua adaptação, mas encontrou uma galera muito receptiva e cheia de vontade de trabalhar.

Para Djon, vindo de Florianópolis (SC), o ponto de destaque da sua mudança foi a oportunidade que a cidade lhe proporcionou de crescimento e amadurecimento. E, para todos, o que foi uma qualidade unânime sobre fazer residência médica em São Paulo foi o networking. Nossos três médicos contaram que a relação com seus colegas era muito forte. Então, pode se animar, ser um R1 vai te trazer muitas aventuras e amigos verdadeiros, que você pode levar para o resto da vida!

Indecisão na hora de decidir sua residência? 

Você está indeciso sobre qual área da Medicina quer seguir e tem medo de fazer uma escolha errada? Pois então escute o nosso podcast, tenho certeza que a Joana pode te acalmar. Dando muita risada, nossa professora falou um pouco de sua história profissional, que conta com muitas loucuras e até uma mudança repentina de rumo!

Assim que Joana terminou sua residência em Pediatria na UFRJ, ela começou a se questionar sobre sua carreira e, depois de muita reflexão, decidiu que queria mudar de vida e tentar a sorte grande na Neurologia. Mas como você bem sabe, passar em uma residência não é fácil e exige muita dedicação. Foi por isso que ela pegou firme nos estudos durante meio ano — e não é que ela conseguiu? E não foi em uma instituição qualquer não, ela passou em uma residência médica em São Paulo de extremo destaque: Neurologia da USP

Mas calma, se você está pensando que acabou por aí, você está muito enganado. Depois de apenas duas semanas na residência e na cidade nova, Joana percebeu que estava certa desde o início: o que ela gostava mesmo era Pediatria! Mais uma vez, ela teve a coragem de recalcular a rota. A consequência disso tudo é que ela veio parar na Medway, pra nossa sorte! Acho que agora você se sente mais tranquilo em ter dúvidas de qual caminho seguir, né?

Como é o baque de ser R1?

Djon contou sua experiência como R1 de Clínica Médica na Unicamp. Seu primeiro estágio foi no PS, que ele diz ter sido um grande baque inicial. Com uma rotina cheia de desafios e uma carga horária muito alta de trabalho, ele destacou a importância de estar em uma instituição de qualidade. A Unicamp entregava um serviço de excelência, que o incentivava a ter cada vez mais amor pela profissão, abrindo barreiras para que ele se sentisse preparado para atuar como clínico em qualquer ambiente.

Nossos médicos não esqueceram de dar uma ótima dica para o seu início de residência médica em São Paulo. João nos fala sobre a relevância das expectativas. Se você tem expectativas baixas, elas com certeza vão ser superadas. Agora, se você entra no R1 com uma expectativa muito alta, elas podem demorar para se concretizar e isso pode acabar te desanimando. Caso isso aconteça, respira fundo, lembra que nenhuma residência é perfeita e que logo você vai ter contato com estágios muito enriquecedores, que compensam todo e qualquer esforço!

Mas por que fazer residência médica em São Paulo?

Essa pergunta a Joana pode responder. Em um momento de sua vida como residente de Pediatria, ela fez um estágio na USP, mesmo estudando na UFRJ. Ela fala que o motivo dessa mudança de cidade foi a diferença considerável de recursos e infra-estrutura, que no Rio de Janeiro eram escassos. Sem contar que na residência médica em São Paulo ela possuía um fluxo de pacientes muito mais alto, fator fundamental para transformar o conhecimento teórico em prático. 

Djon ressaltou um outro fator: a exposição à complexidade de casos. Em Santa Catarina, os casos são mais simples e de mais fácil diagnóstico, enquanto em São Paulo é comum se deparar com pacientes que apresentam diversas comorbidades e você não sabe qual é a que está descompensada. E é aí que você lapida o seu olhar médico.

Cada um tem suas motivações e incentivos para terem saído de suas cidades na tentativa de melhorar suas carreiras, mas nenhum dos nossos três médicos se arrependem! Eles falam mais sobre casos e pacientes marcantes ao longo de suas histórias na residência médica em São Paulo

João ainda conta um relato emocionante, que evidencia o envolvimento que os médicos criam com seus pacientes e como a Medicina é uma profissão humana e cativante. Chorar na residência? Relaxa que vai acontecer! Às vezes pode ser desgastante emocionalmente, mas vale a pena.

Por fim, qual remuneração esperar de cada especialidade?

A Joana fala sobre a Pediatria. No Rio de Janeiro, um plantão de 12 horas durante a semana pode render de R$ 1.100 a R$ 1.200 e, aos finais de semana, dá para ganhar de R$ 1.400 a R$ 1.700. Já em São Paulo, você tem uma perspectiva maior: em dias de semana é possível faturar de R$ 1.400 a R$ 1.600 — lembrando que esses números são relacionados a plantões basais, em CTI é possível ganhar ainda mais.

Agora quanto à Clínica Médica, Djon manda a real para a gente. Em Santa Catarina, é possível ganhar em torno de R$ 800, mas em São Paulo, em dia de semana, você ganha R$ 1.200 e, no final de semana, R$ 1.400. Falando de pós-residência, depende se o plantão é porta ou sala. Se for porta, a média é de R$ 1.100, se for sala, R$ 1.300. Lembrando que de final de semana, a remuneração sobe aproximadamente R$ 200 para cada categoria e na UTI você fatura ainda mais. 

E aí? Se interessou no conteúdo do nosso podcast?

Para quem adora escutar histórias interessantes, temos novidades! A Medway lançou dois programas de podcasts que eu tenho certeza que você vai gostar! Além do Finalmente Residente, que agora você já sabe que é diversão garantida, disponibilizamos também o Projeto R1 SP, que vai te ajudar a estudar para a prova de residência médica em São Paulo!

Se você gostou de saber sobre a trajetória dos nossos hosts e quer escutar os detalhes sobre tudo que você pode viver e aprender na residência médica, confere o primeiro episódio do nosso podcast Finalmente Residente na íntegra!

Para acompanhar os próximos episódios, já marca aí na sua agenda: liberamos um episódio novo de podcast toda quarta-feira, alternando entre o Finalmente Residente e o Projeto R1 SP. Você pode encontrar nosso conteúdo em todas as plataformas de streaming ou na página destinada ao podcast no site.

Valeu, pessoal! Pra cima!

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JoãoVitor

João Vitor

Capixaba, nascido em 90. Graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e com formação em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) e Administração em Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Apaixonado por aprender e ensinar.