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Live dos Aprovados: estudos e saúde mental para a aprovação na Unifesp

E aí, galera! Tudo certo? Hoje a gente veio falar de uma coisa que a maioria deve adorar pra passar um tempo: lives no Instagram. Mas, dessa vez, é pra você conseguir aproveitar esse passatempo para entender um pouco melhor sobre a sua residência médica. Uma ótima desculpa, não é? Então vem com a gente, que vamos te contar um pouco sobre o que rolou na nossa Live dos Aprovados do dia 19 de junho!

Nesse último encontro que tivemos, a gente bateu um papo com o Rogerio Jadjiski, R1 em Radiologia na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O nosso convidado é formado no Centro Universitário do Pará (Cesupa) e concluiu sua graduação lá em 2018. Atualmente, ele está no quarto mês da sua residência — e como você já deve imaginar, rolou muita coisa nesse tempo.

Então, pra saber um pouquinho de como foi esse papo e ver alguns dos highlights dessa conversa, fica com a gente!

Imagem ilustrativa sobre residência médica na Unifesp
Quer conferir dicas de preparação para a residência de alguém que já chegou lá? Continue lendo!

A jornada para a residência médica

Nós sabemos que nunca é fácil alcançar a instituição dos nossos sonhos ao fazermos residência. O mais importante durante essa jornada é entender onde estão as nossas dificuldades e aprender com as experiências. Extrair o máximo de cada uma delas é fundamental, e o nosso entrevistado conseguiu ver isso.

Logo em 2018, o Rogerio já fez o exame nas instituições que desejava e, apesar de o resultado não ter sido exatamente o que queria, houve um grande aprendizado. Olha só o que ele disse:

“Em 2018, me formei e fiz minha primeira prova de residência. Naquele ano eu prestei 9 provas. Das 9, só em uma eu fui pra segunda fase, que foi a prova do Einstein. E eu não tive um rendimento muito ruim, acho que fiz 75% na época, então isso já era uma média alta. Mas o que eu acabei pecando muito foi na prova prática, que caiu um pouco mais. Realmente eu não tinha tanta experiência na prova prática”.

Seguindo adiante nos estudos para residência

Como nós falamos logo acima, o Rogerio não entrou para a residência logo após terminar a sua graduação. E é claro que, nesse período todo, ele não ficou parado. Os estudos foram parte importante desses anos e só eles são capazes de guiar até o objetivo da residência. Essa certamente é a situação de muitos que nos acompanham aqui. Olha só como o nosso entrevistado encarou a volta aos estudos em 2020.

“Eu te juro que os três primeiros meses de retorno dos estudos foram os mais difíceis, sabe. Era o terceiro ano que eu estava vendo novamente [as matérias estudadas] e vendo sempre aqueles resultados batendo na trave. Aí eu falei: ‘cara, alguma coisa tá errada aqui, eu preciso modificar tudo’. E modifiquei realmente tudo”.

Essa mudança passou por várias áreas da própria vida — e não apenas da continuidade dos estudos —, desde a esfera pessoal até a própria saúde física e mental. Além de tratar um problema que possuía no joelho, o Rogerio também começou a cuidar melhor da saúde psicológica para conseguir chegar preparado para as provas de residência. Sim! Estar preparado emocionalmente é fundamental para prestar esses exames. Olha só:

“Eu via que sempre pré-prova e durante a prova eu tinha um branco, mas meu rendimento antes das provas era excelente, eu tirava 92%, 93% em simulados, era muito alto. Eu falei: ‘cara, tem alguma coisa errada aqui, acho que devo me preparar mentalmente’. Comecei a psicoterapia, comecei a meditação…”.

Tudo isso teve um impacto positivo na preparação do atual R1. Somado a uma rotina de estudos que foi progredindo — sempre dentro dos próprios limites (que eram altos) e sem fazer comparações com os outros colegas. Dá uma olhada:

“Eu tinha uma média. Por exemplo, no meu primeiro ano, eu fiz uma prova praticando de simulado. Em 2020, eu fiz 28. Para o ano de 2021 eu fiz 600 simulados mais provas. Era prova, simulado, mais questões. Questões acho que eu atingi a média de 75.000”.

Não foi pouca coisa, não é mesmo? E isso tudo combinado, bem-estar e estudos, gerou o resultado desejado. O Rogerio finalmente foi aprovado na residência em Radiologia na Unifesp. Ah, e teve mais uma ajuda nesse caminho! O Rogerio foi aluno do CRMedway, nosso curso para a prova prática de residência. Ele contou pra gente como isso foi um diferencial na hora do “vamos ver”. Vê aí:

“Ajudou sim, bastante. Ainda falo que não só o [curso] de vocês, mas aquelas lives que vocês faziam também, pra ajudar os alunos também, sabe. Porque geralmente a pessoa que não vai preparada realmente pra prova ela sente bastante. Eu que já fui preparado pra prova senti a diferença, imagino pra quem não foi, sabe”.

E não faltaram dicas para a jornada rumo à residência!

Se tudo que você leu aqui ainda não bastou, fique sabendo que o Rogerio também falou um pouco do cenário das provas de residência médica atualmente e deu algumas dicas de como chegar preparado para elas. 

Uma tendência que muitas pessoas observam — e o nosso convidado também destacou — é a preparação dos médicos para os exames. Cada vez mais, o nível da concorrência fica maior, com candidatos mais bem preparados e, apesar de não sabermos ao certo o motivo disso, existem hipóteses. O Rogerio levantou algumas delas ao citar essa questão, olha só:

“Está ficando mais difícil. Eu vejo que as pessoas estão vindo mais preparadas. Eu vejo que, por exemplo, tem mais cursinhos preparatórios — estão surgindo novos cursinhos e excelentes cursinhos. Eu estou vendo também outra coisa: tem vários meios de comunicação que ajudam no aprendizado. Eu usei muito o telegram no ano passado. Lá tem questões e conteúdos excelentes. Tem WhatsApp, Telegram, Instagram…”.

E aí você concorda que esses possam ser os motivos? Bom, uma coisa é certa: está cada vez mais difícil entrar no páreo para essas provas. Mas, algumas dicas sempre caem bem, e o nosso convidado fez questão de compartilhar as dele com a gente. Então, pra fechar, bora vê-las? Olha só:

“O recado primordial para as pessoas que estão começando é não tentar se comparar aos outros. Cada um tem o seu próprio fluxo de crescimento e suas próprias dificuldades. Eu acho que se as pessoas perceberam suas dificuldades, elas têm que focar em aprimorá-las, tentar rever os erros. Por exemplo: as pessoas que acertam sempre, eu acredito que elas têm a tendência ao fracasso no final. Vejo muitas dessas pessoas vitoriosas, que elas tendem a errar muito no começo, né. E no final se tornam vitoriosas. A questão da constância também, e do ato diário, é ter um diferencial”

Deu pra captar a ideia? Nós não precisamos ter horror ao erro. Pelo contrário! Errar será ótimo para o nosso desenvolvimento, desde que ele nos ajude a basear nossas próximas condutas. Isso serve para os nossos estudos, com a metrificação de resultados, mas também para o desenvolvimento das nossas capacidades emocionais. Então, leve essa dica do Rogerio para a vida!

E aí, que tal ver a Live dos Aprovados completa?

Se você chegou até aqui, certamente ficou bastante interessado no conteúdo da nossa live. Então, que tal assistir ao episódio inteiro? Eu já te adianto: nós não falamos nem perto da metade de tudo que foi debatido por lá. Então, aproveita e corre para assistir! E para continuar descobrindo um pouco mais sobre a Unifesp, faculdade do nosso entrevistado, que tal conferir o nosso Guia Definitivo da instituição? Ah, e também não se esqueça de nos seguir no Instagram. Se você curtiu esse conteúdo, vai gostar ainda mais de receber ele diariamente. Nas nossas redes sociais dá pra acompanhar entrevistas, dicas, atualizações e muito mais informações que vão te ajudar na preparação para a residência. Sem mais perda de tempo, não é? Bora lá!

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MicaelHamra

Micael Hamra

Nascido em 1991, médico desde 2015, formado pela Faculdade de Medicina de Catanduva (FAMECA) e com Residência em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) finalizada em 2018. "Nunca quis seguir o fluxo. Sempre acreditei que existe uma fórmula do sucesso para cada um de nós. Se puder conquistar sua mente, poderá conquistar o mundo."