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Como é a residência em Neurocirurgia na Unifesp

Você é o tipo de pessoa que gosta de se desafiar? Pois saiba que a residência médica em Neurocirurgia é um desafio e tanto. Afinal, você será o grande responsável por realizar operações complexas, de casos com todo tipo de gravidade. E como isso não é pouca responsabilidade, é importante ter uma formação sólida. É aí que entra a residência em Neurocirurgia na Unifesp.

Realizada na maior cidade do Brasil, ela envolve o atendimento de diversos casos no Hospital São Paulo. Durante toda a formação, há o desenvolvimento de atividades práticas e teóricas, que ajudam a complementar o aprendizado e permitem que o médico pegue prática sobre a especialidade. Sua duração é de 5 anos e ela tem várias outras particularidades.

O processo seletivo para a residência em Neurocirurgia na Unifesp é extremamente concorrido, sendo uma das instituições mais procuradas para essa especialização no país. Para 2021, apenas 2 vagas foram oferecidas e a relação candidato/vaga foi imensa: 54 candidatos para cada uma das vagas.

Para ajudá-lo a decidir se essa residência é a melhor alternativa, entrevistamos a Talita e o Thiago, ambos residentes do terceiro ano. Assim, você vai ficar sabendo como é a formação e se ela é o que você espera.

Vamos lá? Continue a leitura e veja tudo sobre a residência em Neurocirurgia na Unifesp.

Fachada do Hospital São Paulo, onde são realizadas as atividades da residência em Neurocirurgia na Unifesp
Hospital São Paulo, da Unifesp

João Vitor: Vou começar com uma pergunta que sei que é muito pessoal, mas é inevitável: para vocês, qual é o melhor estágio da residência em Neurocirurgia na Unifesp?

Talita: Pronto-socorro e centro cirúrgico, pois oferecem aprimoramento técnico.

Thiago: Neuro-oncologia. O serviço é completo, com grande contribuição para curva de aprendizado do residente.

João Vitor: Tem algum médico assistente que vocês considerem sensacional ou exemplo para sua formação? Por quê?

Talita: Sim. Temos médicos assistentes com técnica cirúrgica excelente e relacionamento médico-paciente eficiente.

Thiago: Sérgio Cavalheiro, por ser um exemplo de dedicação e busca pela excelência.

João Vitor: Conta um pouco sobre onde vocês rodam ao longo de toda a residência em Neurocirurgia na Unifesp.

Talita: Neuro-UTI, ambulatório especialidades, pronto-socorro, centro cirúrgico. Alguns estágios são divididos em subespecialidades neurocirúrgicas (vascular, tumor, endoscopia, coluna, epilepsia, funcional, pediatria, trauma).

Imagem ilustrativa, mostrando diversas tomografias, elementos fundamentais para os neurocirurgiões, e com os quais é importante se familiarizar na residência em Neurocirurgia na Unifesp

João Vitor: Existem estágios eletivos na sua residência? É possível (e comum) fazer um estágio fora do país?

Talita: Temos um estágio eletivo no R4. O serviço é nacional ou internacional. Fica a critério do residente.

João Vitor: Sua residência médica, de uma forma geral, respeita as 60 horas semanais? Contem pra gente qual é a carga máxima de plantão que vocês dão e se tem algum período de descanso pré ou pós-plantão.

Thiago: Não. A média durante a residência em Neurocirurgia na Unifesp varia, em alguns momentos passando bastante as 60 horas semanais de carga horária, principalmente nos primeiros anos. A carga máxima de plantão é de 24 horas.

João Vitor: De 0 (nada) a 10 (demais), quanto a residência em Neurocirurgia na Unifesp foca em parte teórica? Quais são as principais atividades teóricas que vocês têm?

Talita: 8. Temos aulas de subespecialidades, aulas de neuroanatomia microcirúrgica, reuniões clínicas e visitas a beiro leito com discussão dos casos clínicos.

Thiago: 9. Temos visitas, reuniões gerais, aulas e reuniões de subespecialidades.

João Vitor: Aproveitando o embalo: de 0 (nada) a 10 (demais), o quanto sua residência foca em parte acadêmica?

Talita: 8.

Thiago: 9.

João Vitor: Quais são os pontos fortes da residência em Neurocirurgia na Unifesp?

Talita: Acredito que as bases teórica e prática, a consolidação no mercado e os docentes de alto nível são os pontos mais fortes da residência em Neurocirurgia na Unifesp.

Conheça os pontos mais fortes da residência em Neurocirurgia na Unifesp.
Conheça os pontos mais fortes da residência em Neurocirurgia na Unifesp.

Thiago: A boa base teórica, a equipe de professores e assistentes muito qualificados, o tratamento de doenças complexas, o grande apreço pela técnica cirúrgica, o laboratório de anatomia microcirúrgica e o serviço grande e com reconhecimento externo.

João Vitor: E tem algum ponto que vocês acham que poderia melhorar?

Talita: Para mim, nenhum.

Thiago: Sim, acredito que os programas de pós-graduação.

João Vitor: Acha que dá para conciliar a residência médica em Neurocirurgia na Unifesp com plantões externos? A maioria faz isso?

Talita: Em alguns anos da residência, apesar de possível, pode ser extenuante conciliar plantões externos e a residência em Neurocirurgia na Unifesp. Nos outros anos esta conciliação é mais factível.

Thiago: Fazer plantões externos depende do período da residência. Principalmente no R2, é difícil de conciliar. Depois disso, depende da organização e da necessidade pessoal.

João Vitor: Quais “comodidades” a sua residência disponibiliza?

Talita: Há processo de seleção para moradia. É possível fazer as refeições no hospital, entretanto, o refeitório fica aberto por curtos períodos em cada refeição e os horários são restritos.

João Vitor: No seu caso, Talita, que não é de São Paulo, você pretende voltar ao seu estado de origem depois da residência? Você conhece alguém que já tenha voltado? Acha que é possível se inserir bem?

Talita: Não pretendo voltar e acho que não seria possível me inserir no meu município de origem, pois é uma cidade pequena.

João Vitor: Última pergunta. Tem mais alguma coisa que vocês queiram falar sobre a sua residência que a gente não perguntou?

Thiago: A residência em Neurocirurgia na Unifesp é completa, está entre as melhores do Brasil e oferece boa formação para o neurocirurgião geral.

Imagem ilustrativa associada ao tema em questão

Gostou de saber mais sobre como é fazer residência médica na Unifesp?

Ser um neurocirurgião envolve muitos conhecimentos e exige bastante preparação, o que a torna a especialidade mais longa que as demais. Na residência em Neurocirurgia na Unifesp, você poderá explorar todas as possibilidades, já que vai ter uma formação completa, com muita prática e a capacidade de já atuar na área após a conclusão.

Como essa é uma instituição de referência, muitos casos complexos aparecem no cotidiano dos residentes. Isso permite que você vivencie algumas experiências únicas e que não surgiriam em outros locais menores. Como consequência, a sua formação será ainda mais completa e eficiente.

Essa entrevista, inclusive, é parte de uma série que estamos publicando, com diversas especialidades em várias instituições. Se quiser conhecer alguma que ainda não foi publicada, é só deixar nos comentários. Combinado?

Já se a Unifesp for a sua escolha para se especializar, é hora de iniciar a sua preparação para chegar ao sucesso. Por isso, vale a pena conferir como é a prova de residência na Unifesp, direto ao ponto. Aproveita e dá uma olhada no Guia Definitivo da Unifesp, que conta tudo o que você precisa para ser um residente na instituição – da preparação à vida de quem já faz residência por lá.

A residência em Neurocirurgia na Unifesp é uma das melhores alternativas do país e garante um preparo completo para atuar na área. Com essa escolha, você poderá ser um neurocirurgião com grandes chances de sucesso. Falando em sucesso, espia nosso artigo sobre quanto ganha um neurocirurgião no Brasil!

A prova de residência médica da Unifesp é conhecida por ter uma prova multimídia na segunda fase. Quer aumentar as suas chances de conseguir a tão sonhada vaga? Dá uma olhada no nosso Minicurso de Prova Multimídia e veja como transformar essa etapa no seu diferencial!

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João Vitor

Capixaba, nascido em 90. Graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e com formação em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) e Administração em Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Apaixonado por aprender e ensinar.