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Quanto ganha um cirurgião torácico no Brasil? Confira!

Está pensando em fazer uma subespecialidade cirúrgica, mas quer levar em consideração a questão salarial para se decidir? Estamos aqui para ajudar! Hoje, a gente conta um pouco mais sobre quanto ganha um cirurgião torácico no Brasil.

Se aprofundar no assunto é uma excelente maneira de ter uma visão completa sobre o que rola no mercado de trabalho. E ainda, descobrir o que fazer para aumentar seus ganhos. Afinal, um dinheirinho extra que vem de muita dedicação ao trabalho é sempre bem-vindo, concorda?

Sem mais demora, vamos ao que interessa? Logo abaixo, você descobre tudo sobre o assunto, tira dúvidas sobre o cenário da profissão e ainda pega algumas dicas espertas sobre a residência. Bora!

Quanto ganha um cirurgião torácico no Brasil? Confira!
Quanto ganha um cirurgião torácico no Brasil? Confira!

Afinal, quanto ganha um cirurgião torácico no Brasil?

Para saber quanto ganha um cirurgião torácico no Brasil, a gente recorreu às pesquisas realizadas pelo site Salário.com.br. Ele usou como base dados oficiais do Conselho de Medicina, Novo CAGED, eSocial e Empregador Web, além de rastrear o salário de alguns profissionais no período de fevereiro de 2021 a janeiro de 2022.

A análise concluiu que o salário médio para essa profissão é de R$ 5.687,77 por uma jornada de 31 horas semanais de trabalho. Sendo que o teto salarial é de R$ 10.994,68 para um piso de R$ 5.418,67.

O salário médio do cirurgião torácico por hora é de R$ 32,91 para cargas horárias de 38 horas semanais. Quando ela aumenta para 44 horas semanais, esse valor passa para R$ 38,50, o que resulta em uma média salarial de R$ 8.471,08.

Mas é claro que o médico pode aumentar consideravelmente seus ganhos. Primeiro, porque a depender do local em que trabalha, são acrescidos benefícios e adicionais de trabalho.

Segundo porque, quanto mais experiência ele tem, mais pode ganhar! A experiência, por sua vez, não se resume apenas a quantos anos de carreira um profissional tem. Mas ao que ele faz para continuar a se aperfeiçoar.

Portanto, nunca pare de estudar, mesmo após concluir a residência médica. Faça cursos de atualização, aprenda novos procedimentos e fique de olho em tecnologias que podem trazer mais qualidade de vida para seus pacientes. Tudo isso faz a diferença no currículo e reflete na parte financeira de sua carreira.

Quais são os setores que mais contratam cirurgiões torácicos?

É isso aí! Com essa ideia de quanto ganha um cirurgião torácico no Brasil, é hora de destrinchar um pouco mais a atuação do profissional em vários setores e estados.

Para começar, é importante mencionar que nosso país conta com pouco mais de 1.100 cirurgiões torácicos espalhados pelas regiões. Sendo que as regiões Norte e Centro-Oeste são as que abrigam menor número de profissionais, e a região Sudeste, a maior.

Isso mostra que pode ser interessante buscar oportunidades de trabalho em regiões menos visadas. No começo da carreira médica, isso faz a diferença para poder atuar com mais afinco e menos preocupação com a disputa no mercado de trabalho.

Em relação aos setores de atuação que mais contratam, o mais usual é o de atividades de atendimento hospitalar. Ele paga uma média salarial de R$ 4.672,31 pro 18 horas semanais de jornada.

As atividades médicas ambulatoriais com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos vêm em seguida. Os ganhos giram em torno de R$ 8.800,00 por 44 horas de trabalho semanal.

Há ainda os profissionais contratados para atividades de apoio à educação. Ou seja, professores, acadêmicos e pesquisadores. Eles recebem, por 24 horas de atuação semanal, cerca de R$ 5.437,21 de salário.

Outro ponto importante é levar em conta que o trabalho desse médico pode ocorrer nas esferas públicas ou particulares. Muitos deles conseguem conciliar ambas em sua rotina e adicionar mais ganhos à média salarial.

A residência médica em Cirurgia Torácica

A residência em Cirurgia Torácica dura dois ou três anos, conforme a instituição escolhida. Antes, exige outros dois anos de pré-requisito em Cirurgia Geral.

O residente precisa dividir seu tempo entre atividades práticas e teóricas. Durante seu período de estudos treina procedimentos para tratar doenças no pulmão, pleura, mediastino, parede torácica e diafragma, que são as áreas mais operadas por esse especialista.

Vale lembrar que, desde a residência, o trabalho é realizado de maneira multidisciplinar. Ou seja, o cirurgião torácico atua juntamente com pneumologistas e cardiologistas, principalmente.

Ele também aprende mais sobre critérios de estadiamento e abordagens oncológicas. Assim, pode determinar qual é a melhor linha de diagnóstico e sugestão de tratamento para diferentes tipos de pacientes.

Além disso, precisa realizar atividades ambulatoriais, estar presente em enfermarias, participar de intervenções de pequeno, médio e grande porte em centros cirúrgicos, monitorar a recuperação de pacientes, entre outras demandas. Na parte teórica, participa de estudos e discussões de caso, além de ter que se dedicar a pesquisas e uma carga horária menor de aulas.

O residente também cumpre cargas de plantão, mas em número menor do que em comparação a outras especialidades. Isso porque no tórax, a maioria dos procedimentos são pontuais e eletivos, então os casos de maior urgência quase não aparecem. Entretanto, a prática é necessária para preparar o profissional para quando isso acontecer.

Depois da residência, muitos médicos ainda optam por acrescentar mais um ou dois anos de especialização. Ele pode se consolidar em oncologia torácica ou transplantes, por exemplo.

Ainda é muito comum que esse profissional busque formação no exterior. Existem programas interessantes de fellowship na Europa e nos Estados Unidos, o que acrescenta bastante renome no currículo e contribui para um salário ainda mais alto.

Pronto, agora você já sabe quanto ganha um cirurgião torácico

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DjonMachado

Djon Machado

Catarinense e médico desde 2015, Djon é formado pela UFSC, fez residência em Clínica Médica na Unicamp e faz parte do time de Medicina Preventiva da Medway. É fissurado por didática e pela criação de novas formas de enxergar a medicina.