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Residência na Unifesp: tudo sobre a especialização em clínica médica

A residência na Unifesp está entre as mais buscadas pelos médicos recém-formados, tanto pelo corpo docente altamente qualificado, quanto pelos programas e hospitais de apoio que são referências no Brasil. 

Quando falamos em residência, o programa com especialidade em Clínica Médica é um dos mais concorridos na Unifesp. Afinal, além de ser um curso de acesso direto, que não precisa de nenhuma experiência prévia, é pré-requisito para outras especializações, como Oncologia e Cardiologia, por exemplo. 

Ficou curioso para conhecer um pouco mais sobre a rotina de um residente em Clínica Médica na Unifesp? Então, acompanhe essa leitura e fique por dentro de tudo sobre essa especialidade tão disputada.

Conheça um pouco da Unifesp

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) é uma das instituições mais tradicionais e buscadas por quem deseja cursar Medicina. Responsável pela EPM (Escola Paulista de Medicina), ela conta com corpo docente qualificado e comprometido com o ensino formal das disciplinas.

Fundada em 1933, a federalização da instituição aconteceu mais de 30 anos depois, em 1956. Hoje, a Unifesp é reconhecida como uma das melhores faculdades brasileiras, com oportunidades para estudantes de Medicina e outros campos, além de ser referência na pesquisa em saúde e assistência primária à população.

Em mais de 80 anos de atuação no ensino, a universidade segue à risca as normas aplicadas pelo CNRM para garantir a excelência para alunos e pacientes. Algumas edições dos programas da residência médica na Unifesp chegaram a uma média de 115 candidatos por vaga, entre as mais de 100 opções de especialização. 

Lembrando que já contamos tudo sobre como é a prova de residência médica da Unifesp! Além disso, separamos 20 questões de Cirurgia que já caíram na prova teórica para você se preparar para cada etapa. Vale a pena dar uma conferida!

Hospital São Paulo

O Hospital São Paulo, maior hospital universitário do país, concentra as vivências práticas dos alunos do programa de residência na Unifesp. Conveniado ao Sistema Único de Saúde (SUS), ele proporciona experiência prática aos residentes, com contato a pacientes de diversos perfis e variados casos clínicos. 

Conhecidos pela excelência e pela tecnologia para tratar procedimentos de alta complexidade, os residentes em Medicina na Unifesp são expostos a novos desafios para a carreira, ao mesmo tempo que oferecem assistência gratuita à população. 

Ao todo, o Hospital São Paulo abrange mais de 5 milhões de habitantes da Grande São Paulo. Em 2017, chegou ao número de 18 mil internações, 201 mil atendimentos em pronto-socorro e 765.886 consultas ambulatoriais em um único ano. 

Como é a residência em Clínica Médica?

A residência em Clínica Médica prepara os profissionais para a área de Clínica Geral, considerada uma área-base da Medicina. Como ela está incluída nas especialidades de acesso direto, logo ao saírem da faculdade, os médicos já podem se candidatar ao programa, sem a necessidade de experiências prévias ou pré-requisitos. 

É um equívoco comum acreditar que, após seis anos de faculdade, o médico torna-se, automaticamente, um clínico geral. Para isso, é imprescindível cursar essa especialidade. No geral, na maioria das instituições, assim como a Unifesp, a residência em Clínica Médica tem dois anos de duração. 

O campo de atuação é extremamente amplo: envolve a atenção à saúde dos indivíduos, a realização de diagnósticos primários e o encaminhamento de pacientes a outros especialistas, quando necessário. Bora ver como é a rotina dos médicos no programa de residência na Unifesp? 

Centros de atuação e estágios 

Segundo os alunos residentes entrevistados, ao longo da residência médica, eles passam pelas mais diversas áreas dos hospitais. Enquanto o primeiro ano da especialidade é focado no atendimento hospitalar, o segundo é voltado aos atendimentos ambulatoriais.

Alguns exemplos no primeiro ano são as áreas de: Enfermaria de Cuidados Paliativos, Enfermaria e Ambulatórios da Infectologia, Enfermaria de Clínica Médica Feminina, Pronto-Socorro de Clínica Médica Masculina, Interconsulta e UTI Nefro, Enfermaria e PS de Cardiologia e Internação – PS.

“Tanto os estágios do R1 quanto do R2 da residência duram 28 dias. No R1, o único mês fora do Hospital São Paulo são as férias. No R2, há as férias e o eletivo (ficam bem simétricos no rodízio), sendo que o residente pode trocá-los ou fazer 14 dias de eletivo e 14 dias de férias em cada.”, diz Mateus, residente do segundo na instituição.

Segundo ano

No segundo ano, as áreas de destaque são: Enfermarias de Clínica Médica Masculina e Feminina, Ambulatórios Específicos da Pneumo, UTI – PS, Centro de Controle de infecções Hospitalares, Ambulatório e Enfermaria de Reumatologia, Eletivo, Cardiologia + Geriatria, UTI-CM, Nefro + Onco, Endócrino e Pronto-Socorro.

Carga horária

Em teoria, o programa de residência multiprofissional da Unifesp em Clínica Médica possui 60 horas semanais. Segundo os alunos da especialização, essa margem pode subir até 80 horas semanais a depender dos estágios e dos plantões. No geral, a média de trabalho do R1 tende a ser mais puxada, com os plantões mais longos de 24 horas. 

Benefícios da residência médica na Unifesp 

Entre os pontos fortes da residência em Clínica Médica, não restam dúvidas de que os maiores benefícios são a prática e o contato com tantos casos diferentes. Além disso, os alunos relatam a facilidade de abrir discussões e o apoio dos chefes responsáveis, que traz mais segurança na hora dos atendimentos. 

Sobre a atuação no hospital, a residente do segundo ano, Rebeca, afirma: “O ponto alto da residência é a prática. Atendemos muito, vemos muitos casos, nossos R+ são muito disponíveis para discussões. É um ambiente muito rico em aprendizado. Outro ponto positivo: nunca estamos sozinhos.”

O restaurante do hospital é outro ponto de destaque, com refeições gratuitas, desde café da manhã até jantar. A AMEREPAM também é muito usada pelos alunos. Ali, o residente paga uma pequena mensalidade e tem um local para dormir, ler jornal, jogar videogame, além de consumir bolachas, frutas e café à vontade. 

Gostou de saber mais sobre como é a residência médica na Unifesp?

A residência na Unifesp é exigente e requer um alto nível de pensamento crítico do residente. A resolução de problemas e a rapidez na detecção de sintomas são essenciais para um bom tratamento. Você está preparado para esse desafio? 

Então, chegou a hora de se preparar para o processo seletivo! Temos um megaprograma de Mentoria para te ajudar a elaborar a melhor estratégia de estudos, de acordo com o seu perfil. Para completar, você ainda pode acompanhar diversos conteúdos gratuitos pelo blog, pela Academia Medway e pelo app!

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JoanaRezende

Joana Rezende

Carioca da gema, nasceu em 93 e formou-se Pediatra pela UFRJ em 2019. No mesmo ano, prestou novo concurso de Residência Médica e foi aprovada em Neurologia no HCFMUSP, porém, não ingressou. Acredita firmemente que a vida não tem só um caminho certo e, por isso, desde então trabalha com suas duas grandes paixões: o ensino e a medicina.