Como os aprovados Artur, Thales e Camila transformaram volume em resultado

Conteúdo / Residência Médica / Como os aprovados Artur, Thales e Camila transformaram volume em resultado

Conteúdo atualizado em: 19/05/2026

É possível fazer 37 mil questões e não passar. Por outro lado, é perfeitamente possível fazer 15 mil e garantir a vaga. O que separa esses dois cenários não é o volume bruto de estudo, é o que você faz com cada uma dessas questões. A ideia de que empilhar exercícios leva diretamente à aprovação na residência médica cai por terra quando olhamos os dados de perto.

Em 2024, por exemplo, Camila Marin fez 13.544 e sentiu que não foi o suficiente. O diagnóstico é claro: volume sem direcionamento gera cansaço, não resultado.

Para mudar esse jogo, é preciso aliar intensidade à estratégia. As trajetórias de Camila Marin, Artur Queiroz Maia e Thales Junqueira Oliveira mostram exatamente como essa combinação funciona na prática para abrir as portas das instituições mais concorridas do país.

Vamos conhecer mais sobre elas? 

Camila Marin: aprovada em Ginecologia e Obstetrícia na Unicamp 

Em 2024, a meta de Camila era Ginecologia e Obstetrícia na Unicamp, uma das vagas mais disputadas da instituição. Ela estudou quatro dias por semana, resolveu mais de 13 mil questões e fechou o ano com 65,78% de acerto. Apesar de ser uma boa marca, ainda não foi o suficiente para a nota de corte. 

Para o ano seguinte, a estratégia precisou ser recalculada. Camila passou a estudar seis dias por semana e quase dobrou o volume de treino, alcançando 22.917 questões respondidas em 2025. 

Mais do que a quantidade, a rotina ganhou mudou: todo domingo ela planejava a semana seguinte usando o MedBrain para identificar seus principais pontos fracos. A inteligência da plataforma apontava os temas mais frequentes na Unicamp, eliminando qualquer dúvida sobre o que priorizar. 

Para completar a preparação, ela viajava de Araraquara para Ribeirão Preto para fazer simulados presenciais, para se preparar melhor para o dia da prova.

O resultado dessa consistência veio nos números: a taxa de acerto saltou para 78,58% (uma evolução de 12,8 pontos percentuais em relação ao ano anterior) e a tão sonhada aprovação na Unicamp virou realidade. 

A mudança de Camila valida uma estatística forte dos aprovados da Medway: quem estuda seis dias por semana tem 2,6 vezes mais chances de passar do que quem estuda apenas três.

Artur Queiroz Maia: aprovado em Clínica Médica no SUS-SP, Unesp, Unicamp e UFRN 

Estudando com o Extensivo R1 da Medway, Artur Queiroz Maia alcançou um feito raro: foi aprovado em Clínica Médica em quatro grandes instituições de uma vez: Beneficência Portuguesa (SUS-SP), UFRN, Unesp e Unicamp. O grande segredo por trás desse desempenho foi a regularidade. 

Artur manteve o ritmo de janeiro a dezembro, sem os tradicionais meses de abandono ou quedas bruscas de rendimento. Ao longo do ano, ele acumulou mais de 1.400 horas de estudo, assistiu a mais de 290 aulas e resolveu 27.795 questões, mantendo uma taxa de acerto média de 79%. O pico dessa preparação aconteceu em junho, quando ele ultrapassou a marca de 3.400 exercícios no mês.

Para Artur, cada engrenagem do método tinha um papel muito bem definido: as aulas construíram a base teórica, o banco de questões testou o raciocínio prático e o suporte pedagógico resolveu os gargalos.

“A Medway foi fundamental no meu processo de aprovação. Além de um excelente banco de questões, as aulas teóricas foram essenciais para consolidar o conteúdo. Outro grande diferencial foi a proximidade com os professores — o contato próximo trouxe uma segurança sem igual durante a preparação”, relata Artur. 

Thales Junqueira: aprovado em Neurologia na USP-RP e na Unicamp

Thales já enfrentava a rotina de médico formado quando decidiu encarar a preparação para a residência em Neurologia, com foco total na USP-RP e na Unicamp. Diante do desafio, ele entregou uma preparação intensa: foram mais de 300 dias de estudo, com uma média de 40 horas semanais, chegando a picos impressionantes de 80 horas em semanas de reta final. Isso significava fazer, rotineiramente, mais de 100 questões por dia.

Para que esse volume gigante não virasse apenas “fazer por fazer”, Thales contou com o MedBrain. Em vez de guiar os estudos por intuição ou sensação, a plataforma organizava suas trilhas de questões com base no histórico real do que as bancas da USP e da Unicamp costumavam cobrar.

O esforço direcionado resultou em 37.839 questões respondidas, uma taxa de acerto geral de 76,37% (que bateu na casa dos 90% na reta final) e as aprovações garantidas em ambos os alvos.

“Por meio do MedBrain fui capaz de organizar uma rotina de estudos com prioridade naquilo que realmente importava”, explica Thales. 

O padrão por trás dos aprovados

As histórias de Camila, Artur e Thales parecem diferentes à primeira vista, mas são unidas pelo mesmo padrão estratégico. Nenhum deles estudou no escuro:

  1. Foco na banca: Todos sabiam exatamente quais instituições queriam e usaram a tecnologia do MedBrain para destrinchar o perfil de cada prova.
  2. Métricas certas: Eles acompanhavam a taxa de acerto como o principal termômetro de evolução, e não apenas o número bruto de questões resolvidas.
  3. Resolução de dúvidas: Todos souberam a hora de recorrer aos professores para destravar conteúdos difíceis, economizando um tempo precioso que seria perdido tentando decifrar erros sozinhos.

O volume de estudo é importante e acelera a aprovação, mas ele só se converte em vaga quando está orientado por uma lógica clara de priorização.

Comece sua preparação agora mesmo com o Semiextensivo da Medway. Estude o que realmente importa, com organização e direcionamento para o seu momento. 

Adriana Cristina Viesti

Adriana Cristina Viesti

Professora da Medway. Formada pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), com Residência em Pediatria pelo Hospital do Tatuapé e pós-graduação pelo Hospital Albert Einstein (HIAE) - docência e preceptoria médica. Siga no Instagram: @dri.medway