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Como é a residência em Clínica Médica na Unicamp

Depois de muito estudar e analisar suas possibilidades, você tomou a decisão de se especializar em Clínica Médica? Agora é hora de dar outro passo importante rumo à conquista desse sonho: decidir em qual instituição você vai se candidatar. Então, saiba que a residência em Clínica Médica na Unicamp é uma das melhores do Brasil e vale a pena cogitar essa opção.

Ela tem a duração de dois anos e acontece no Hospital de Clínicas da Unicamp. Durante a residência em Clínica Médica na Unicamp, o residente vivencia diferentes práticas, é supervisionado por profissionais renomados e ainda participa de reuniões, aulas e pesquisas para endossar seus conhecimentos. A carga horária se divide entre teoria e prática, durante cerca de 2.800 horas totais.

Vale lembrar que esse é um dos processos seletivos de residência médica mais concorridos em nosso país. Afinal, a Faculdade de Ciências Médicas da instituição é referência nacional e internacionalmente, pois atende a diferentes demandas e preza sempre pelo uso da tecnologia de última geração em seus procedimentos.

E como será a rotina de quem decide fazer residência em Clínica Médica na Unicamp? Para saber se é como você espera e permitir uma escolha inteligente e segura para seu futuro, é indispensável se informar. E a gente ajuda você nessa missão! Confira abaixo a nossa entrevista com o Fernando, que faz R3 em Clínica Médica na Unicamp e com o Nordman Wall, formado em Clínica Médica pela Unicamp.

Fachada do Hospital de Clínicas, onde é realizada a residência em Clínica Médica na Unicamp
Fachada do Hospital de Clínicas da Unicamp

Joana: Sabemos que essa pergunta é bastante pessoal, mas todos perguntam: na sua opinião, qual é o melhor estágio da residência em Clínica Médica na Unicamp?

Fernando: Acho difícil escolher apenas um. Acredito que cada um dos estágios me trouxe aprendizado em alguma habilidade (muitas vezes só percebi quando acabaram), mas enumero alguns em especial:

·         Infectologia (Hospital Dia/Enfermaria) e Enfermaria Geral de Adultos — foram os estágios que mais me estimularam a treinar o raciocínio clínico e diagnóstico. Por lá, me deparei com vários pacientes com exame físico e história riquíssima, muitos deles com doenças que você não verá em outros lugares;

·         Pronto Socorro — cansativo física e mentalmente, mas nada como um ambiente desafiador para nos ajudar a organizar o raciocínio e treinar nossas habilidades de comunicação de más notícias;

·         Enfermaria do Hospital Estadual de Sumaré — Provavelmente o preferido de muitos, pois ao passarmos no R2, temos oportunidade de utilizar tudo aquilo que aprendemos, com um quê de maior autonomia e responsabilidade com a condução dos casos.

Nordman: Realmente essa é uma pergunta que varia muito de pessoa para pessoa. Mas acredito que os estágios mais marcantes na residência em Clínica na Unicamp são os meses que rodamos na EGA (Enfermaria Geral de Adultos) e o Pronto Socorro/Retaguarda. Ambos são momentos de grande aprendizado e transformação pessoal.

A EGA é a nossa enfermaria de clínica médica geral. Lá, os residentes rodam 3 meses consecutivos no R1 e 1 mês no R2. É um ambiente de pacientes em estado de investigação diagnóstica e de cuidado clínico complexo devido à quantidade de comorbidades envolvidas, por vezes, saindo do que usualmente encontramos em literatura. Também é a oportunidade de consolidar os conceitos do manejo clínico hospitalar e, por durar um trimestre inteiro no R1, reforçar a horizontalidade do cuidado. É o estágio que nos instiga a sermos mais proativos, ter uma boa relação entre especialidades e confiança nas próprias condutas. Além da convivência diária com um grupo maior de residentes, criando amizades que podem durar uma vida (nada melhor que uma intercorrência na enfermaria para aproximar as pessoas).

Já o PS e Retaguarda são os estágios em que aprendemos a lidar com os pacientes graves, tanto nos cenários de emergência quanto de terapia intensiva. Na Unicamp o residente não roda na porta do pronto atendimento, ficando responsável pelos leitos de internação do PS (as famosas macas) e a sala de emergência. Tanto no R1 quanto no R2, esse é um dos estágios mais desafiadores. É quando nós conduzimos os IAM’s, Intoxicações, Dissecções Stanford A… e agora, a Covid-19. Aprendemos os procedimentos essenciais para a prática clínica como intubações orotraqueais, acessos venosos centrais (fazemos bastante!) e temos muita prática com o USG beira-leito, o POCUS. Já na Retaguarda ficam os leitos semi-intensivos e intensivos que servem como ponte para estabilização e encaminhamento para as UTI’s, com pacientes gravíssimos e de difícil manejo. É um estágio que torna o residente muito mais próximo dos pacientes e seus familiares, servindo como aprendizado não apenas do conteúdo de terapia intensiva, mas também de toda a parte humana envolvida no cuidado do paciente crítico. Além de ser um dos meses mais legais para a relação entre R1-R2! Acho que por isso acaba sendo tão marcante para todos.

Joana: Tem algum médico assistente que você considere um exemplo para sua formação?

Fernando: Dr. Mário Saad, pois conseguia reunir diariamente um grande amor pela medicina, com anos de experiência clínica e de pesquisa, uma propedêutica impecável e o conhecimento mais atualizado possível (sempre com o artigo mais recente do JAMA, Lancet ou NEJM).

Nordman: Sim, com certeza. Quando penso nas minhas referências em Clínica Médica durante os dois anos de residência, lembro sempre da Dra. Cristina Lalli, a chefe da EGA e Dr. Mário Saad, responsável pela nossa enfermaria de clínica no Hospital Estadual de Sumaré, em que rodamos no R2. Ambos são médicos muito experientes e extremamente atualizados, que discutem os casos clínicos dos princípios da semiologia até o que há de mais novo em medicina baseada em evidências. É um aprendizado diário rodar com eles, mas acho que o que mais me marcou foi a forma como eles nos ensinavam a sermos mais críticos e individualizar cada caso. Sou o clínico de hoje, em grande parte, por influência deles.

 

Joana: Pode nos contar um pouco sobre onde você roda ao longo de toda a residência em Clínica Médica na Unicamp?

Fernando: No R1, rodamos 1 mês na UBS, 1 mês na cardiologia, 1 mês na hematologia, 3 meses na enfermaria geral de adultos (com seus respectivos ambulatórios), 1 mês no PS, 1 mês na enfermaria de retaguarda e 3 meses de ambulatórios (psiquiatria, endocrinologia, neurologia, infectologia, dermatologia, etc).

Já no R2, temos 1 mês de estágio optativo, 1 mês na UTI, 2 semanas na enfermaria de infectologia, 2 semanas na enfermaria de retaguarda, 1 mês no PS, 1 mês na nefrologia, 1 mês na gastro, 1 mês na pneumologia e 3 meses no Hospital Estadual de Sumaré (sendo 2 meses de enfermaria e 1 de pronto socorro).

Ainda existem os plantões, no R1 passamos por UTI, PS, Enfermaria de Retaguarda e Enfermarias. Já no R2: UTI, PS e 2 ou 3 plantões de enfermaria de retaguarda.

Nordman: A residência em Clínica Médica na Unicamp conta com 2 anos de duração como nos demais programas. O primeiro ano é constituído de 4 blocos, um para cada trimestre. Temos um bloco de emergência no qual rodamos 1 mês no PS, 1 mês na retaguarda e temos 1 mês de férias. Assim como um bloco reservado apenas para 3 meses de ambulatórios. Nesse nós realizamos uma espécie de “pout-pourri” de especialidades em que passamos pela Endócrino, Reumato, Oncologia, Psiquiatria, Dermato, Imuno, Geriatria, Neuro e Infectologia, com ambulatórios diversos e a oportunidade de conhecer e discutir os temas mais prevalentes de cada área. Outro trimestre mais voltado para especialidades específicas, em que rodamos 1 mês na Cardio, passando pela enfermaria, ambulatórios, interconsultas, unidade coronariana e hemodinâmica; 1 mês na Hematologia e Hemoterapia, participando das atividades do Hemocentro da Unicamp e 1 mês no estágio de Medicina da Família e Comunidade, possuindo uma agenda própria em uma das unidades básicas filiadas à universidade. E por último, 1 trimestre na EGA, no qual é possível aproveitar a horizontalidade do cuidado e os ambulatórios de clínica médica geral.

Já o segundo ano de residência é dividido em 3 diferentes blocos. Em um bloco, rodamos no Hospital Estadual de Sumaré, localizado a cerca de 25-30 minutos de distância da Unicamp. Este é um estágio de hospital secundário, em que o residente ganha mais autonomia para suas condutas. Nele rodamos 2 meses consecutivos na enfermaria de clínica médica geral sob a tutoria do Dr. Mário Saad e 1 mês no Pronto Socorro. É neste mesmo bloco que voltamos durante 1 mês para a EGA, dessa vez na posição de supervisores dos R1s, auxiliando nas discussões de casos junto às chefes e assumindo a responsabilidade pelas interconsultas do HC-Unicamp. O segundo bloco é destinado às especialidades, em que rodamos 1 mês na Pneumologia, 1 mês na Gastro, 1 mês na Nefro (serviço de agudos e ambulatórios) e 1 mês dividido entre a supervisão da Retaguarda e a enfermaria da Infectologia. Por fim, temos 1 bloco constituído por 1 mês de PS, no qual o R2 é responsável pela sala de emergência, 1 mês na UTI clínica, 1 mês de eletivo e 1 mês de férias.

Fora isso, ambos os anos possuem plantões noturnos e de fins de semana nos diversos setores do hospital. O primeiro ano possui plantões de PS, Retaguarda, Enfermaria (no qual o R1 fica responsável por possíveis intercorrências dos pacientes internados na EGA e demais especialidades) e UTI.  

Joana: Existem estágios eletivos na residência em Clínica Médica da Unicamp? É possível fazer um estágio fora do país?

Fernando: Sim, é possível. Na clínica, em particular, ainda é pouco comum, mas acredito que, salvo em tempos de pandemia, é uma tendência que irá se consolidar.

Nordman: Sim, temos um mês destinado para eletivo no segundo ano de residência. É possível realizar o estágio em basicamente qualquer setor do hospital, pois todas as demais especialidades são muito abertas para os residentes de clínica. E também há a possibilidade de estagiar no exterior, embora isso tenha diminuído um pouco devido à pandemia. Mas nossos professores e assistentes possuem contatos em universidades de Portugal, referências em Cuidados Paliativos e Medicina Interna, nas quais muitos residentes já conheceram. Há contatos também nos EUA, França e Espanha a depender da área de interesse. Infelizmente o custo do transporte e hospedagem fica por conta do residente, mas acredito que há formas de se conseguir algum auxílio por parte da universidade no caso do estágio estar relacionado à alguma produção acadêmica.

Joana: A residência em Clínica Médica da Unicamp respeita a carga de 60 horas semanais? Qual é a carga máxima de plantão dos residentes? Existe algum período de descanso pré ou pós-plantão?

Fernando: Não. Diria que depende do estágio, de como você organiza os seus plantões, mas, muitas vezes, fazemos 72 horas. Como em alguns estágios não fazemos plantões noturnos, em geral eles se concentram em alguns períodos. Em média, acredito que realizamos cerca de 45 plantões em cada ano de residência. Temos descanso pós-plantão de 1 período (alguns estágios, o período necessariamente é à tarde — terminamos as obrigações e saímos ao redor da hora do almoço).

Nordman: Não. Bom, isso depende muito do estágio em que você se encontra, mas, no geral, costuma ser uma média de 70 horas, sendo as rotinas dos estágios não muito puxadas, porém o principal motivo para o aumento da carga horária são os plantões durante a semana, com o pós-plantão de apenas 6 horas. No entanto, para não sobrecarregar o residente, as escalas são organizadas de forma a poupar os meses de Pronto-Socorro e UTI. Em relação às cargas máximas, são cerca de 52-54 plantões de 12 horas no R1 e 48-50 plantões no R2. Isso em condições pré-pandêmicas, porque, com a necessidade de mais residentes cobrindo as áreas críticas do hospital, esse número chegou a passar de 60 plantões no total de cada ano. Os plantões possuem pós de 6 horas, a maioria sendo realizados no período vespertino, para tentar manter as rotinas dos estágios durante as manhãs.

Joana: De 0 a 10, quanto a residência se concentra na parte teórica? Quais são as principais atividades teóricas que vocês têm?

Fernando: Eu classificaria como 6. Durante o meu ano, foram realizadas aulas teóricas de diversos temas, para todos os residentes e, em geral, cada estágio tenta realizar uma programação mínima de discussão de artigos ou aulas (alguns com maior foco, outros menos). Acho que temos uma boa carga teórica, mas que às vezes ela pode ser um pouco heterogênea a depender do estágio e do grupo de residentes.

Nordman: Nota 5. Existe uma programação teórica semanal para os residentes de clínica, que foi muito prejudicada após o início da pandemia. Isso limitou as atividades acadêmicas às participações dos grupos de residentes nos estágios em que estão passando, como as discussões de casos clínicos e de novos artigos e guidelines na EGA; as atualizações de evidências na Cardio; o manejo correto de hemocomponentes na Hemato; etc. Portanto, a residência acaba focando mais no aprendizado à beira leito e em pequenos grupos do que em aulas teóricas de auditório.

Joana: E quanto ao foco na parte acadêmica, como classificariam de 0 a 10? Conta mais pra gente sobre como você enxerga o foco na parte acadêmica na Unicamp.

Fernando: A instituição em si, além dos professores, tem grande enfoque em pesquisa, com muitas linhas de pesquisa e professores interessados em orientar. Além disso, de maneira geral, todas as condutas nos diversos setores têm o enfoque da Medicina baseada em evidências.

Nordman: Dou nota 7. Eu acredito que esse é um ponto muito subjetivo na avaliação de cada residente. Eu, particularmente, me senti muito motivado às discussões acadêmicas, pois a maior parte dos nossos assistentes são também professores da universidade, com linhas de pesquisa diversas e grande variedade de casos clínicos e ambulatórios especializados. No entanto, o foco maior da residência é a assistência à beira leito, não existindo, portanto, um tempo reservado para a produção científica. A participação do residente em tais atividades acaba sendo uma parte extra curricular.

Joana: Quais você considera que são os pontos fortes da residência em Clínica Médica na Unicamp?

Fernando: Acredito que conseguimos ter um grande aprendizado prático, saindo bastante preparados para trabalhar em ambientes de maior ou menor complexidade, sejam hospitalares ou ambulatoriais. Temos contato com casos bastante raros e muitos pacientes extremamente graves, o que nos prepara para qualquer local. Embora não haja um cronograma teórico tão bem organizado, o enfoque do serviço é bastante acadêmico e não faltam oportunidades para reuniões clínicas ou discussões de artigos. Além disso, a Unicamp tem um renome importante e, em geral, isto é bastante valorizado nos currículos. Trabalho não faltará após a residência e acredito que saímos bastante preparados, seja em raciocínio clínico, teoria ou em procedimentos e atendimentos de maior complexidade.

Nordman: Acredito que os dois pontos principais sejam o desenvolvimento de um raciocínio clínico extremamente crítico e a autonomia do residente em tomar suas condutas. Somos expostos a diversos pontos de vista, assim como ao que há de mais atualizado em evidência médica, podendo praticar uma medicina de excelência em um hospital 100% SUS. Durante os dois anos que passei no HC-Unicamp não vivenciei crises financeiras que impossibilitassem a utilização de insumos básicos, muito embora exista uma sobrecarga diária dos leitos do hospital. Além disso, realizamos uma quantidade significativa de procedimentos, apesar de ser um hospital universitário, com diversos residentes de outras especialidades. Devido à complexidade dos nossos pacientes, não tenho dúvidas de que a nossa experiência de sala de emergência e enfermaria de clínica geral é o suficiente para nos formar capazes de tocar qualquer serviço.

Joana: E quais pontos vocês acham que poderiam ser melhores?

Fernando: Acho que a organização de um cronograma teórico, como já estava sendo esboçado quando eu me formei, poderia melhorar o aprendizado que já ocorre.

Nordman: Acredito que o serviço ainda possa evoluir mais em Cuidados Paliativos, assim como diversos outros lugares no país devem se atentar. Considero esse um tema central na formação do Clínico e do Médico Internista, mas que ainda precisa ser priorizado dentro da nossa grade curricular.

Joana: Me diz: dá pra conciliar a residência com plantões externos? A maioria faz isso?

Fernando: A maioria faz, é possível, porém cada um precisa ter consciência dos seus limites e necessidades. Eu consegui, na maior parte da residência, manter um plantão fixo externo, mas em alguns estágios eu me programava para não precisar fazer isso, porque um dia de descanso às vezes é essencial. No geral, é difícil conciliar uma agenda cheia de plantões externos com a carga horária da residência.

Nordman: Sim, é possível! Quem não faz isso é exceção. Mas, no geral, os residentes tentam manter uma carga horária de plantões externos mais baixa, para não prejudicar o tempo livre para estudos e confraternizações. Mas há muitas propostas de plantões nas cidades ao redor ou no centro de Campinas, é algo bem comum mesmo.

Joana: Tem mais alguma coisa que você queira falar sobre a sua residência em clínica médica na Unicamp que a gente não perguntou?

Fernando: Acredito que a residência em clínica médica na Unicamp é bastante pesada e é um período em que precisamos nos concentrar muito no aprendizado e na vida prática. São 2 anos bastante cansativos, mas que nos transformam completamente em relação a nossa experiência clínica e resiliência emocional. Não acho que conseguiríamos um salto de conhecimento e aperfeiçoamento tão imensos sem uma residência tão intensa, portanto, se você, como eu, ama conversar e examinar os pacientes, fazer o raciocínio e hipóteses diagnósticas, acompanhar evoluções, e quer mergulhar de cabeça na clínica médica, acho que a Unicamp é um ótimo lugar

Nordman: Bom, acredito que uma das principais coisas que a Unicamp me proporcionou e que não tem a ver necessariamente com o currículo acadêmico tenha sido o acolhimento que nosso hospital proporciona para os residentes. Acho que esse foi o maior diferencial dos últimos dois anos, ainda mais nesse período tão crítico quanto a pandemia do Covid-19. Na residência, fiz amigos e conheci pessoas incríveis, que me marcaram e me tornaram um ser humano muito melhor. Lá, nós acabamos conhecendo todo mundo de todas as especialidades e temos a oportunidade de contar com a ajuda de todos em momentos de dificuldade. Mais de uma vez, vi R+ de especialidades diversas, auxiliando no manejo de pacientes que instabilizaram nas enfermarias, assim como uma relação muito próxima entre R1s e R2s durante os plantões e estágios.

É um ambiente de muita parceria em que você se sente motivado a ser melhor ao olhar para quem está ao seu lado.

Sem dúvidas, uma residência incrível também pelo alto nível dos seus residentes.

E aí? Entendeu como é fazer residência em Clínica Médica na Unicamp? 

Pela experiência do Fernando, já deu para perceber que fazer residência em Clínica Médica na Unicamp é uma vivência única, não é mesmo? Sugiro também dar uma olhada no nosso Guia Definitivo da Unicamp para saber ainda mais sobre a instituição, como o complexo hospitalar e a vida depois de aprovado. Assim você pode começar a se preparar ainda melhor para o seu futuro!

Ah, e se você quer saber ainda mais sobre o assunto, é bom dar uma olhada no podcast Finalmente Residente.Nele, recebemos convidados que falam sobre suas vivências nas mais variadas residências e instituições do país! O mais interessante nisso tudo é que você pode ouvir a voz da experiência e conhecer os principais aspectos dessa etapa por meio de quem vive (ou viveu) com afinco a vida de residente. O Rodolpho Pinto, por exemplo, contou um pouco pra gente sobre a residência em Clínica Médica na Unicamp. Ele é fera, então, corre lá pra conferir!

E como está sua preparação para as provas de residência da Unicamp? Se você já quer começar a estudar, saiba que você pode dar os primeiros passos nessa jornada no Extensivo São Paulo, nosso curso que rola ao longo do ano inteiro com videoaulas sobre os temas que você precisa saber e um app com milhares de questões comentadas. Tá esperando o quê? Bora pra cima!

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JoãoVitor

João Vitor

Capixaba, nascido em 90. Graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e com formação em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) e Administração em Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Apaixonado por aprender e ensinar.