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Quais são os melhores sistemas de saúde do mundo?

Você já parou para pensar sobre quais são os melhores sistemas de saúde do mundo? É muito importante contar com esse tipo de referência para repensar a maneira como esse atendimento funciona aqui no Brasil. Mas não é apenas uma questão de comparação.

Há uma necessidade de análise para avaliar em que condições os pacientes são atendidos, como cada tipo de caso é avaliado e como os médicos trabalham para que o sistema continue em pleno funcionamento.

Uma nova pesquisa baseada no índice Health-Efficiency está no ar e fala justamente sobre isso. Que tal saber mais sobre o assunto e entender os pormenores dos resultados? Continue a leitura que a gente explica!

O que o índice Health-Efficiency leva em consideração?

Antes de falarmos a respeito do que o índice Health-Efficiency leva em consideração, tenho uma sugestão para você, estudante de Medicina que está estudando bastante para as provas de residência médica: estamos com tudo pronto para a Masterclass deste ano! Na Masterclass, o maior evento de Mentoria em residência médica do Brasil, você vai aprender o caminho para chegar aos 80% e ser aprovado em todas as provas de residência que você prestar. E a edição 2022 está cheia de novidades! Entre os dias 17 e 23/01, além de 3 aulas grátis, você vai ter plantões de dúvidas com o time de mentores da Medway e até a oportunidade de testar a Medway Mentoria gratuitamente! Faça já sua inscrição na Masterclass 2022 aqui!

Para se chegar ao ranking de melhores sistemas de saúde do mundo, o índice Health Efficiency leva em consideração alguns fatores, sendo o primeiro monitorar a expectativa de vida dos habitantes de um país.

Em seguida, faz um balanço dos resultados em relação ao gasto que a população tem com assistência médica. O índice funciona desta maneira desde 2013, e é constantemente atualizado para entender a realidade dos países e até mesmo servir como alerta para possíveis melhorias e necessidades que precisam ser atendidas com urgência.

O propósito dessa iniciativa é também traçar o que torna um sistema de saúde eficiente. Basicamente, o ranking define que lugares com recursos naturais limitados dependem do potencial das pessoas e, por este motivo, ter um sistema de saúde eficiente é indispensável.

Quais são os melhores sistemas de saúde do mundo, segundo o ranking?

Antes da pandemia, o top 10 do ranking era da seguinte maneira: Hong Kong e Cingapura eram os países que abriam a lista. Depois, Israel, Espanha e Itália os seguiam, respectivamente. E, para completar, Coréia do Sul, Irlanda, Japão, Grécia e Austrália fechavam o top da excelência em saúde.

Mas hoje, oito dos dez melhores sistemas de saúde do mundo se encontram na região da Ásia-Pacífico. A lista se encontra assim: Cingapura, Hong Kong, Taiwan, Coréia do Sul, Israel, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, Tailândia e Japão. Muita coisa mudou, não é mesmo? E pode mudar ainda mais com o passar do tempo.

Países asiáticos se destacam

Para explicar essa transformação, na qual os países asiáticos ganharam tanto destaque, uma informação importante foi avaliada: a rapidez no combate à Covid-19. Os locais que permitiram uma resposta mais rápida e a atuação de especialistas que tomassem decisões sábias contra a doença é o que ajudou a esclarecer dúvidas e orientar a população.

Sendo assim, não houve uma sobrecarga dos sistemas de saúde. Eles não tiveram problemas em continuar a atender as demandas e contaram com recursos suficientes para manter os atendimentos em ordem.

Por que Brasil e países das Américas aparecem nos últimos lugares?

O Brasil, outros países das Américas e, por incrível que pareça, os Estados Unidos, se encontram nos últimos lugares do ranking. Isso reflete uma péssima administração na contenção da crise de saúde que surgiu em meio à pandemia.

Além de demonstrar que a expectativa de vida da população é mediana e que há mais gastos com assistência médica: os maiores do mundo, na verdade. A nova fórmula de cálculo para o ranking ainda contribuiu imensamente para essa queda.

Como era o ranking melhores sistemas de saúde do mundo antes da Covid?

Antes da Covid-19, o ranking não levava em conta dois fatores: a variação de um ano no Produto Interno Bruto (PIB) do país, feito de acordo com previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), e uma avaliação do impacto da pandemia na economia ao redor do mundo.

Como funciona o SUS no Brasil?

O Sistema Único de Saúde, SUS, mesmo com suas limitações, está entre os maiores sistemas de saúde de todo o mundo. Ele disponibiliza para a população um programa completo no que diz respeito ao atendimento de saúde primário. Com sua evolução, passou a oferecer também procedimentos mais complexos, que envolvem inclusive o transplante de órgãos.

O SUS é um direito de todo brasileiro, e por isso a rede é bastante ampla e complexa. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil é o único país do mundo que tem um sistema público que atende a mais de 100 milhões de habitantes. Todos os seus tratamentos e procedimentos são 100% gratuitos.

Mas com isso, você se pergunta: e nos outros países, esse acesso não é gratuito? Em partes sim, para alguns procedimentos mais simples. Outros, porém, são totalmente pagos, mesmo que o paciente não tenha condições financeiras e isso seja devidamente comprovado e documentado.

Além dos atendimentos, o SUS ainda fornece remédios e medicações variadas gratuitamente para doenças como diabetes, pressão alta, HIV, asma e mais. Dessa forma, garante que os pacientes continuem com seu tratamento em casa, e continuem a preservar sua saúde.

Como fazer residência no SUS?

O SUS tem uma boa variedade de vagas de residência médica. O residente pode atuar em várias instituições públicas no país, assim como em Unidades Básicas de Saúde (UBS). O residente pode se especializar em uma infinidade de áreas: Pediatria, Clínica Médica, Cirurgia Geral e Ginecologia e Obstetrícia são apenas alguns exemplos.

De forma geral, o processo seletivo da residência no SUS é igual ao de qualquer outro local. É preciso apenas ler o edital com muita atenção, para escolher a instituição desejada e conferir as especialidades disponíveis, quantidade de vagas e outros detalhes pertinentes para fazer a inscrição corretamente e logo prestar as provas prática e teórica.

Muita gente se pergunta se vale a pena fazer residência no SUS. Afinal, o sistema pode apresentar algumas carências mais ou menos proeminentes, de acordo com o estado do Brasil. Mas a resposta para essa pergunta é sim! Apesar das condições e eventuais impasses que a rede apresenta, essa é uma forma que o residente tem que mudar a perspectivas dos atendimentos.

Além de passar a ter uma visão mais real do dia a dia de hospitais e postos de saúde públicos. Essa é uma experiência bastante complexa, mas essencial para formar médicos mais seguros e com uma visão mais ampla das diferentes necessidades dos pacientes.

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E aí, curtiu saber quais são os melhores sistemas de saúde do mundo?

Agora você já está mais informado sobre o SUS e os melhores sistemas de saúde do mundo! Quem sabe, em um futuro próximo, o Brasil não sobre um pouco mais nesse ranking, não é mesmo? Você pode fazer parte dessa transformação com a residência médica. E dá pra começar conferindo o nosso e-book do Guia Definitivo do SUS-SP. Lá, você encontra todas as informações sobre as principais instituições do SUS no estado! Que tal começar a se preparar desde já? Se jogue no Intensivo Medway, um curso preparatório que oferece acesso específico para as provas teóricas das principais instituições de São Paulo. Esperamos você!

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AlexandreRemor

Alexandre Remor

Nascido em 1991, em Florianópolis, formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e com Residência em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da FMUSP (HC-FMUSP) e Residência em Administração em Saúde no Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Fanático por novos aprendizados, empreendedorismo e administração.