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Quanto ganha um coloproctologista no Brasil? Confira!

Quer se especializar mais depois da residência médica em Cirurgia Geral? Saber quanto ganha um coloproctologista no Brasil pode ajudar você nessa decisão. Afinal, analisar fatores financeiros é muito importante em qualquer profissão, para ajudar a planejar o futuro e traçar um bom caminho para sua carreira médica.

Além disso, essas questões estão diretamente ligadas ao mercado de trabalho. E conhecê-lo bem faz toda a diferença para que você possa buscar boas oportunidades de trabalho, de modo a ganhar mais experiência e poder se desenvolver profissionalmente.

Concorda? Então bora para o que interessa! Neste artigo, a gente conta tudo sobre o assunto com muitas informações atualizadas e detalhes, então continue a leitura!

Saiba quanto ganha um coloproctologista no Brasil
Saiba quanto ganha um coloproctologista no Brasil

Afinal, quanto ganha um coloproctologista no Brasil?

Mas, afinal, quanto ganha um coloproctologista em nosso país? Bem, o site Salario.com.br analisou os ganhos de profissionais na área para apurar os números corretos. Em uma jornada de trabalho de 14 horas semanais, esse profissional ganha em média R$ 4.789,76.

Esse valor tem base no cálculo entre o piso salarial, de R$ 4.563,15, e o teto salarial, de R$ 9.820,97. O valor da hora trabalhada para esse médico pode chegar a R$ 99,00.

Enquanto um profissional em início de carreira pode ter ganhos de aproximadamente R$ 4.888,19 por mês, um coloproctologista com certa experiência pode ganhar até R$ 6.642,40. Isso sem contar com benefícios e possíveis adicionais, que são pagos de acordo com cada tipo de empresa.

O salário também pode ser afetado conforme o tamanho do centro hospitalar no qual o médico atua. Para essa categoria, empresas médias e grandes podem pagar em média R$ 6.329,33. Já para hospitais menores, os ganhos costumam girar em torno de R$ 5.997,37.

Vale ressaltar que, quanto mais experiência, mais chances têm de aumentar seus ganhos. E ela não diz respeito a quantos anos de profissão você tem, mas o que você faz para se aperfeiçoar com o passar do tempo. Portanto, continue a fazer cursos, participar de eventos e estudar novas tecnologias e procedimentos para se tornar referência no trabalho que realiza.

Quais são os setores que mais contratam coloproctologistas?

A partir dessa margem de quanto ganha um proctologista, é interessante também explorar quais setores mais contratam esse médico. A começar pelas atividades de apoio de gestão à saúde, que oferecem uma média salarial de R$ 3.895,47 por 14 horas de jornada semanal.

As atividades de atendimento hospitalar vêm em seguida. Suas contratações registram, em média, R$ 7.919,65 de salário para 16 horas semanais de serviço prestado.

As atividades de atenção à saúde humana não ficam atrás. Também por 14 horas semanais, o valor pago pode ficar em aproximadamente R$ 3.500,00. Enquanto nas atividades de atendimento em pronto-socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências, fique na casa de R$ 3.463,81 na carga horária de 12 horas por semana.

Não se esqueça de que os valores também podem mudar de acordo com a esfera em que você atua: pública ou privada. Alguns médicos, inclusive, conseguem conciliar o trabalho nas duas, e assim ampliam seus ganhos.

Outra questão importante é avaliar as regiões brasileiras que pagam mais para o profissional. Em São Paulo, o coloproctologista tira em média R$ 5.433,21 em uma jornada de 11 horas semanais. No Rio de Janeiro, o valor sobe para R$ 7.919,65 com 5 horas a mais na jornada.

Mas vale lembrar que esses são estados com grande número de profissionais. Investir em regiões com muita demanda e menos médicos aptos para atender pode trazer mais oportunidades de ganhar experiência e ter um bom salário.

A residência médica em Coloproctologia

A residência médica em Coloproctologia dura dois anos. Antes, entretanto, o residente precisa cumprir o pré-requisito de mais dois anos em Cirurgia Geral. Então, saiba que há um longo caminho a percorrer antes de começar efetivamente a exercer a profissão.

Em um primeiro momento, a rotina de um residente de primeiro ano na área é majoritariamente ambulatorial. Porém, ele também acompanha alguns procedimentos cirúrgicos menos complexos, como hemorroidectomias, fistulectomias, fissurectomias, entre outros. E monitora pacientes no pré e no pós-operatório.

Nesse período, ele também se aprofunda na realização de exames comuns à especialidade: anuscopia e retossigmoidoscopia rígida e flexível são alguns exemplos disso. Na medida em que ganha experiência, tem a liberdade de atuar em casos mais complicados.

Sempre com a orientação e supervisão de professores especializados, é claro. No segundo ano, já está apto para atender pacientes de maior gravidade em grande número. Pode participar de cirurgias abdominais colorretais e fazer exames como colonoscopia e manometria anorretal.

Como é tendência nessa subespecialidade cirúrgica, o residente também fica em contato com as tecnologias utilizadas para tornar os procedimentos menos desconfortáveis para pacientes. A videolaparoscopia é uma alternativa de grande impacto muito valorizada ao longo desse procedimento, mas alguns serviços do SUS ainda não contam com esse recurso.

À parte disso, é preciso cumprir a carga teórica da residência. Ela consiste em algumas aulas, reuniões para discussões de caso, participação em eventos e desenvolvimento de pesquisas e estudos direcionados.

Enfim, o aprendizado ao longo desse período permite que o residente escolha entre várias áreas de atuação. Seja no diagnóstico clínico ou no tratamento cirúrgico, ou até mesmo em atividades acadêmicas de pesquisa.

Pronto, agora você já sabe quanto ganha um coloproctologista

É isso aí! Agora você tem todas as informações sobre quanto ganha um coloproctologista no Brasil. E, a partir delas, pode pensar melhor sobre seguir ou não essa profissão. Mas se ela realmente te interessa e você acha o mercado atrativo, não perca tempo.

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JoanaRezende

Joana Rezende

Carioca da gema, nasceu em 93 e formou-se Pediatra pela UFRJ em 2019. No mesmo ano, prestou novo concurso de Residência Médica e foi aprovada em Neurologia no HCFMUSP, porém, não ingressou. Acredita firmemente que a vida não tem só um caminho certo e, por isso, desde então trabalha com suas duas grandes paixões: o ensino e a medicina.