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As instituições mais buscadas para fazer residência em Alergia e Imunologia em SP

Planeja entrar para a residência em Alergia e Imunologia? Se sim, é hora de saber quais são as instituições mais buscadas para essa especialidade. O foco, aqui, é o estado de São Paulo, que está também entre os mais procurados pelos estudantes de Medicina que querem construir uma carreira renomada.

A área, que trata de estudos, tratamentos e diagnósticos de doenças no sistema imunológico, tem uma demanda cada vez maior. E, por este motivo, a necessidade por especialistas bem-preparados também é grande. Ou seja, vale a pena investir nesse caminho que tem uma boa abertura no mercado de trabalho.

Mas, até lá, se jogar na residência médica é fundamental. Daí a importância de se informar bem a respeito das possibilidades e escolher aquela que mais tem a ver com seus objetivos para a vida médica.

Vamos te ajudar nessa missão! Aqui neste artigo, então, está a lista mais do que especial que prometemos, para que você analise tudo e decida de vez onde quer encarar esse desafio. Confira!

As instituições mais buscadas para fazer residência em Alergia e Imunologia em SP
As instituições mais buscadas para fazer residência em Alergia e Imunologia em SP

Residência em Alergia e Imunologia na USP

É claro que não poderia ser diferente: é a USP que aparece em primeiro lugar. Considerado o maior complexo hospitalar da América Latina, tem na conta mais de 1 milhão de consultas ambulatoriais e 50 mil cirurgias por ano. Quando se trata de atendimentos, esse número está na casa de 232 mil.

Por lá, a residência em Alergia e Imunologia tem a duração de dois anos. No último edital, foram disponibilizadas 3 vagas para 9 inscritos, resultando em 3 candidatos por vaga. Na rotina, o residente passa por enfermarias, UTIs, pronto-socorro, laboratórios e ambulatórios.

Ele também encara as cargas de plantão e aulas teóricas. A pesquisa, tanto quanto a prática, é bastante valorizada pela instituição. É uma experiência bastante intensa, em especial pela quantidade de pacientes que passam por lá todos os dias.

Para se ter uma ideia da evolução no programa, o treinamento básico inclui reações adversas a drogas, reações a venenos de insetos, autoimunidade e alergia cutânea. Mais para a frente, nos estágios obrigatórios da instituição, o aluno se dedica a testes de provocação com drogas e alimentos, indicações e avaliações de imunoterapia, reabilitações de asmáticos e muito mais. Um aprendizado bem completo!

Vale lembrar, ainda, que essa é uma especialidade clínica. Portanto, é preciso cursar antes dois anos de Clínica Médica, uma área de acesso direto que é referência na USP. Depois, ainda é possível acrescentar anos adicionais de outras subespecialidade, como é o caso da Imunologia Pediátrica.

Essa subespecialidade, inclusive, é outra com uma demanda cada vez maior. É uma excelente escolha para quem deseja afunilar conhecimentos, mesmo que isso signifique passar mais alguns anos mergulhado no dia a dia de um residente. Que pode ser mesmo puxado, mas é também mega gratificante.

Uma jornada e tanto, não é verdade? Não é à toa que essa é mesmo uma das universidades mais renomadas do Brasil e será uma ótima escolha para sua carreira.

Unicamp

Mas se a USP não é a sua praia, de boa! Quem vem em seguida no ranking é a Unicamp, outra excelente instituição para fazer residência em Alergia e Infectologia.

Os dois anos do programa se passam principalmente dentro do Hospital de Clínicas da universidade. Mas as atividades da Unicamp vão além: por mês, são realizados mais de 30 mil atendimentos, no HC e nos complexos do Hospital Estadual de Sumaré (HES), do Centro de Atenção Integrada à Saúde da Mulher (Caism) e outros centros auxiliares.

Não precisamos lembrar que não é uma instituição fácil de ingressar, né? Todo mundo está careca de saber que a concorrência é apertada: para 2022, apenas 1 vaga foi oferecida para 7 candidatos. Então, era tudo ou nada!

A residência ainda cobre muito bem, em especial, as áreas de treinamento básico. No primeiro ano, os residentes estão em contato direto com casos de asma, rinite, alergia cutânea, imunodeficiências e mais.

Passa, também por ambulatórios, enfermarias e laboratórios de provas especiais. Nos estágios obrigatórios, tem a oportunidade de se aprofundar em imunologia, citologia nasal, interpretação de testes imediatos e tardios, entre outros.

O laboratório de Imunologia da Unicamp é também um dos melhores do país. Recebe investimentos FAPESP, MCT e Institucional e está disponível para as mais variadas linhas de pesquisa dos residentes. E o departamento da área da Unicamp também oferece apoio para uma série de prestações de serviços pelos docentes.

Ah, e aqui, a residência em Clínica Médica também é destaque. Muita gente que se dedica a ela na instituição permanece para essa segunda etapa da especialização, porque realmente a qualidade de ensino e pesquisa é altíssima. Se você quer ficar mesmo por aqui, comece a se preparar o quanto antes!

Residência em Alergia e Imunologia no IAMSPE

As atividades de Alergia e Imunologia também são bem fortes dentro do Hospital Público Estadual (HSPE), palco das atividades dos residentes do IAMSPE.

Esse é o maior hospital da rede, inclusive. Tem 721 leitos, 949 médicos, mais de 2 mil profissionais de enfermagem, e atendimento de alta complexidade em 51 especialidades médicas. Sentiu a potência?

Disputado, o programa geralmente tem apenas 2 vagas abertas por ano nessa especialidade. Diante disso, é superimportante dominar bem a prova, para sair na frente da concorrência.

O modelo de prova da instituição é bem tradicional, de múltipla escolha. Mas vale a pena usar aquela estratégia que se encaixa em praticamente todo processo seletivo: estudar por questões. A gente até separou 5 questões de imunologia comentadas para você entender melhor como funciona esse esquema, não deixe de dar uma olhada!

Enfim, voltando para o IAMSPE, o programa da abrange áreas de treinamento básico, unidades de treinamento, estágios obrigatórios e estágios adicionais (que podem ser na Dermatologia, Pneumologia, Infectologia, Reumatologia, entre outros programas). Há muita mão na massa para trabalhar bem as principais competências desse médico, e que são avaliadas de perto por professores e tutores para garantir um bom desenvolvimento dos residentes.

No segundo ano da residência, depois de consolidadas as atitudes e habilidades básicas da especialidade no ano anterior, o médico passa a atuar em casos de maior complexidade. Tudo sempre sob supervisão de tutores com grande experiência, que compartilham seu conhecimento e administram um treinamento exemplar ao manejo clínico de doenças alérgicas mais prevalentes.

USP-RP

E depois de um rolê por outras instituições, terminamos a lista com a USP, mas dessa vez, no campus de Ribeirão Preto, que é uma ótima cidade para viver, estudar e trabalhar. A duração do programa também é de dois anos e a formação do residente se dá em várias instituições vinculadas à USP-RP.

No entanto, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP/USP) é sem dúvidas o que recebe mais atividades. Inclusive, quem também faz o pré-requisito em Clínica Médica por lá já recebe um treinamento prático incrível e chega calibrado à Alergia e Imunologia.

Normalmente, são oferecidas 4 vagas ou menos para essa especialidade. Então, já dá para imaginar que a disputa nessa instituição é das grandes, não é mesmo? Entretanto, consiste em uma vivência importante para quem conquista a tão sonhada vaga.

A prova é no mesmo esquema da USP, com aquele nível de dificuldade bem pesado. Em contrapartida, as questões costumam ser bastante objetivas e nem deixam margem para dúvidas. Quem já prestou prova lá sabe do que a gente está falando, não é mesmo?

Em relação ao programa, ele também tem um nível de excelência reconhecido pelo MEC. É um dos poucos da especialidade que conta com características inovadoras: inclui treinamento clínico e formação didática voltados para alergia e imunologia em crianças e adultos, oferece opção de estágio no exterior (no /Asthma and Allergic Diseases Cente/ da Universidade de Virginia, Charlottesville, VA, Estados Unidos) ou ainda em outras instituições do país.

Ainda tem um foco interessante no treinamento sistemático em aspectos de alergia em áreas como Dermatologia, Pneumologia e Otorrinolaringologia. Para completar, preza bastante pela participação dos residentes em pesquisa.

Ufa! Já deu para perceber que seu currículo será de cair o queixo, certo? Depois, se o residente se interessar por uma subespecialização, tem a chance de entrar para a área de Imunologia e Alergia Pediátrica.

E aí, já sabe onde quer fazer residência em Alergia e Imunologia?

Com tantas opções incríveis, fica até difícil encontrar uma resposta para essa pergunta. Afinal, todas as instituições citadas contam, além de uma excelente infraestrutura, com metodologias de primeira linha em seus programas de residência em Alergia e Imunologia.

E agora, só mais um ponto importante para ficar de olho: as residências em Alergia e Imunologia consideradas como melhores sempre são acreditadas pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) e pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Além dessas, localizadas em São Paulo, existem outras Brasil afora. Vale uma pesquisa se você preferir outra região para estudar e trabalhar!

Mas uma coisa, com certeza todas terão em comum: processos seletivos bem disputados e que exigem uma preparação daquelas para se dar bem. Portanto, nada de dar mole, viu? Se jogue nos estudos e aproveite dicas para otimizar esse momento.

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DjonMachado

Djon Machado

Catarinense e médico desde 2015, Djon é formado pela UFSC, fez residência em Clínica Médica na Unicamp e faz parte do time de Medicina Preventiva da Medway. É fissurado por didática e pela criação de novas formas de enxergar a medicina.