As instituições mais buscadas para fazer residência em Ginecologia e Obstetrícia em SP

Fala, galera! Hoje vamos falar sobre as instituições mais buscadas por vocês, segundo o Google, pra fazer residência em Ginecologia e Obstetrícia em SP. Quer se especializar nessas duas áreas essenciais para a saúde da mulher, mas não sabe qual o melhor lugar para realizar esse sonho? Quem sabe esse post não te ajuda a decidir? Vamo lá!

Primeiro, qual a diferença entre Ginecologia e Obstetrícia?

Ginecologia e Obstetrícia são duas especialidades fundamentais para lidar com diferentes aspectos da saúde feminina. Enquanto a primeira significa literalmente “ciência da mulher”, e se dedica principalmente ao estudo do aparelho genital feminino, a segunda trabalha com a reprodução humana, acompanhando da gestação ao puerpério. Apesar desses focos, são consideradas especialidades muito amplas, pois atuam em diferentes níveis de atendimento – ambulatorial, hospitalar, clínico, cirúrgico ou de imagem –, além de serem unificadas quando o assunto é residência, com o normal sendo que se ofereça a residência em Ginecologia e Obstetrícia.

Agora que você já sabe diferenciar Ginecologia de Obstetrícia, bora descobrir as melhores instituições para fazer residência nessa especialidade em SP!

Residência em ginecologia e obstetrícia na USP

Uma das instituições mais renomadas do país, a residência em Ginecologia e Obstetrícia da USP é de acesso direto e tem duração de três anos. 

As atividades da residência acontecem, principalmente, no Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP, mas alguns estágios da residência também rolam no Hospital Universitário (HU). É uma trajetória bem rica em termos de experiência. No R1, são feitas práticas no PS Obstétrico, onde os residentes atendem às fichas com os internos e com um R2. No Centro Obstétrico, há a oportunidade de realizar partos normais, fórcipes de alívio e cesáreas em pacientes sem cirurgias abdominais prévias – além de passagens pela Enfermaria de Puérperas e pelo setor de Vitalidade Fetal.

Vista aérea Hospital das Clínicas da FMUSP (Créditos: USP/Reprodução)
Vista aérea Hospital das Clínicas da FMUSP (Créditos: USP/Reprodução)

Já no R2, os residentes rodam o Centro Obstétrico do HC e do HU, no setor de Vitalidade Fetal, na Enfermaria de Gestantes e em uma das UTIs clínicas do HC. No R3, por fim, passa-se novamente pelo Centro Obstétrico, no setor de Medicina Fetal e na Enfermaria de Gestantes, além de um estágio opcional. Em todos os anos, rolam estágios em ambulatórios de pré-natal de alto risco.

A gente tentou resumir, mas se quiser conhecer mais a fundo o cotidiano da residência em Ginecologia e Obstetrícia da USP, dá uma conferida na entrevista que a gente fez com a Mariana e a Marcela, que são residentes lá!

Mas precisamos falar sobre vagas. GO é uma das especialidades mais concorridas, e a USP, em específico, uma das instituições mais procuradas. No processo seletivo com entrada em 2020, a instituição ofertou 14 vagas. A relação candidato/vaga foi alta, com 18 inscritos disputando cada uma. Deu pra ter uma ideia, né?

Para esse ano também estão previstas 14 vagas, como mostra o edital de residência médica da USP 2021, que inclusive mostrou que esse ano a prova de residência médica da USP vai estar bem diferente do que estamos acostumados, então já aproveita pra dar uma conferida aqui.

Mas calma! Se você precisa de uma ajuda pra chegar na prova preparado, relaxa que a gente te dá uma mão pra você chegar preparado! Dá uma lida no nosso novo Guia Estatístico da USP, com os cinco temas e assuntos que mais caem em cada grande área, com base em uma análise das provas dos últimos anos!

E pra não perder o embalo, temos que mencionar o nosso Guia Definitivo da USP-SP! Nele falamos tudo sobre o complexo hospitalar da FMUSP, a preparação para a residência médica e a vida de quem já é residente, então vale a pena a leitura se seu desejo é fazer residência em Ginecologia e Obstetrícia por lá!

Saiba mais sobre a Unifesp

Outra instituição da capital, agora é vez da Escola Paulista de Medicina (EPM), da Unifesp! Também com três anos de duração, a residência em Ginecologia e Obstetrícia da Unifesp tem uma rotina exigente, baseada em estudos e atividades exercidas no Hospital São Paulo, o maior hospital universitário do Brasil.

Fachada do Hospital São Paulo, onde acontecem atividades ligadas à residência em Ginecologia e Obstetrícia da Unifesp
Fachada do Hospital São Paulo (Créditos: Unifesp/Reprodução)

A Unifesp, diferentemente da USP, ofereceu 10 vagas no processo seletivo com entrada para 2020. A concorrência foi um pouquinho menor, com 16 candidatos para cada uma dessas vagas.

Para esse ano, o edital de residência médica da Unifesp 2021 mostrou que vai haver 12 vagas para a residência em Ginecologia e Obstetrícia. Só que essa não foi só uma das novidades não, viu? Aqui no blog contamos tudo sobre como vai ser a prova de residência médica da Unifesp para acesso em 2021, então aproveita pra dar uma conferida aqui.

E já fica sabendo que as novidades não invalidam as coisas que a gente já te contou sobre a prova de residência médica da Unifesp, viu? Principalmente quando o assunto é sua preparação e os temas que a Unifesp ama! Então aproveita para ficar afiado dando uma olhada nesse Guia Estatístico gratuito com os seis focos que mais caem na prova.

E se você já sabe que é na Unifesp que quer fazer sua residência em Ginecologia e Obstetrícia, vale a pena dar uma lida no nosso Guia Definitivo da Unifesp, pois aí, além de tudo, você fica sabendo mais sobre o complexo da Unifesp e sobre vários outros temas importantes pra quem quer ser residente lá!

Só mais uma observação importante sobre a prova da Unifesp: tradicionalmente, na segunda fase, os candidatos fazem uma prova multimídia, além da prova prática de habilidades e, em 2021, a segunda fase vai ser composta só da prova multimídia, como contamos aqui no artigo sobre o edital de 2021!

Mas calma, a gente já passou por isso e te conta todos os segredos desse tipo de exame no nosso Minicurso de Prova Multimídia – são 3 aulas 100% online e 100% gratuitas!

Como é a residência em ginecologia e obstetrícia na Unicamp?

Pra quem deseja a residência em Ginecologia e Obstetrícia, a Unicamp é outra instituição frequentemente cogitada. E não é por menos! Fazendo a especialização por lá, os residentes têm a oportunidade de receber um ensino de ótima qualidade e ainda vivenciar o cotidiano do Hospital de Clínicas da universidade, onde são realizadas mais de 32 mil consultas por mês.

O destaque de GO na Unicamp, no entanto, é dado no Centro de Atenção à Saúde Integrada da Mulher (Caism), referência regional em assistência à saúde da mulher e do recém-nascido, inclusive para casos de emergência. Pelo pioneirismo regional, também se consolidou como referência nacional para o tratamento de câncer ginecológico e mamário.

Fachada do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) onde tem a residência em ginecologia e obstetrícia na Unicamp
Fachada do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) (Créditos: Unicamp/Reprodução)

A prova de residência médica da Unicamp geralmente é composta de 2 fases: a primeira, com uma prova objetiva dividida em dois períodos, e a segunda, com uma prova prática e uma entrevista com análise curricular. Mas, para esse ano, o edital de 2021 já trouxe novidades importantes na segunda fase: sem prova prática e sem entrevista. Além disso, a prova teórica também sofreu mudanças. Ainda bem que você tem a gente pra te contar todas as novidades mais importantes né? É só conferir o artigo completo com as novidades do edital de residência médica da Unicamp 2021 aqui!

Em relação à concorrência, a Unicamp não dá trégua: no ano passado, a relação candidato vaga foi de 24, sendo que foram ofertadas 9 vagas para GO. Para esse ano, já sabemos que vão ser 13 vagas para a residência em Ginecologia e Obstetrícia! Está pronto pra brigar por elas? Calma que a gente te ajuda: também tem Guia Estatístico da Unicamp grátis, com os seis focos que mais caem na prova em cada grande área!

E para quem já sonha com a vida em Campinas, também temos um Guia Definitivo da Unicamp contando tudo sobre o Complexo Hospitalar, a preparação para as provas e tudo mais!

Ah, e se você quer saber ainda mais sobre o assunto, é bom dar uma olhada no podcast Finalmente Residente. Nele, recebemos convidados que falam sobre suas vivências nas mais variadas residências e instituições do país! O mais interessante nisso tudo é que você pode ouvir a voz da experiência e conhecer os principais aspectos dessa etapa por meio de quem vive (ou viveu) com afinco a vida de residente. O Marcos Marangoni, por exemplo, contou um pouco pra gente sobre a residência em Ginecologia e Obstetrícia na Unicamp. Ele é fera, então, corre lá pra conferir!

E o SUS-SP?

Maior processo seletivo de residência médica do Brasil, o SUS-SP ofereceu, no processo seletivo 2019, incríveis 67 vagas para a residência em Ginecologia e Obstetrícia, com 13 candidatos concorrendo a cada uma delas.

Pra nós, isso não é surpresa. Um dos pontos de destaque da especialização no SUS-SP é que os aprovados no processo seletivo podem escolher o hospital em que vão realizar a residência. São cerca de 50 instituições, e algumas são bem concorridas, então é bom fazer a escolha com cuidado! Para quem quer fazer residência em Ginecologia e Obstetrícia, o Hospital Pérola Byington é uma das instituições queridinhas.

Mas se prepara, pois no SUS-SP, os melhores colocados em cada especialidade são quem têm mais chances de conseguirem atuar nos programas de residência médica mais disputados no tradicional leilão do SUS-SP. Se você não está por dentro e não entendeu nada, fica tranquilo, pois contamos tudo sobre ele e sobre a prova de residência médica do SUS-SP aqui no blog.

A prova do SUS-SP é uma das mais “diferentonas” entre as instituições mais buscadas de São Paulo, pois conta com apenas uma fase, que é um teste de múltipla escolha com 100 questões. Os temas abordados são o das cinco grandes áreas que você está careca de saber, mas, como todo processo seletivo, é claro que o SUS-SP também tem seus temas e focos preferidos. Como você imaginou, a gente também tem Guia Estatístico do SUS-SP, e nele contamos quais são os seis focos mais cobrados!

Residência em ginecologia e obstetrícia na Unesp

É claro que não podíamos deixar de fora a residência em Ginecologia e Obstetrícia da Unesp que, como muita gente já sabe, tem seu complexo hospitalar localizado na cidade de Botucatu. Lá, a instituição garante assistência a cerca de 2 milhões de pessoas!

Hospital Estadual Botucatu, um dos mais importantes componentes do complexo hospitalar da Unesp quando o assunto é residência em Ginecologia e Obstetrícia
O Hospital Estadual Botucatu (HEBo), importante componente do complexo hospitalar da Unesp (Créditos: Unesp/Reprodução)

O Hospital das Clínicas de Botucatu é o componente mais conhecido desse complexo, mas apenas uma parte dele. Além dele, há também o Hospital Estadual Botucatu (HEBo), além do Serviço de Atenção e Referência em Álcool e Drogas (SARAD) e de dois prontos-socorros, um adulto e um infantil.

Em termos de concorrência, a Unesp tem números um pouco menores, mas nem por isso deixa de ser importante se preparar! No processo seletivo com acesso em 2020, a universidade ofereceu 5 vagas, cada uma delas sendo disputada por 10 pessoas. Ou seja: fica atento e não come bola nessa preparação, hein?

Por fim, saiba mais sobre o IAMSPE

Pra fechar a lista: o maior quando o assunto é concorrência na residência em Ginecologia e Obstetrícia em SP! No último processo seletivo do IAMSPE, com acesso em 2020, foram 8 vagas e uma relação candidato/vaga de 25! A maior dessa lista.

Não é por menos: o treinamento em serviço da especialização em GO no IAMSPE é de ótima qualidade. A residência, que se dá no Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), tem como objetivo formar profissionais que cuidem da saúde da mulher desde a chegada da primeira menstruação até a terceira idade, incluindo gravidez e o período de menopausa. Atua na prevenção e tratamento de doenças relacionadas ao aparelho genital feminino.

O processo seletivo do IAMSPE é semelhante ao de outras instituições pra fazer residência médica em SP (prova teórica, prova prática e entrevista), e nós também já contamos tudo sobre essa prova.

E atenção para o componente especial: assim como a Unifesp, o IAMSPE também tem uma prova multimídia na segunda fase. Mais um motivo pra você dar uma olhada no Minicurso de Prova Multimídia, hein?

Gostou de saber mais sobre as instituições mais buscadas para fazer residência em Ginecologia e Obstetrícia em SP?

A escolha de onde fazer sua residência em Ginecologia e Obstetrícia realmente não é fácil, nós sabemos. São Paulo tem muitas instituições de renome, e são muitas variáveis em jogo na hora de tomar essa decisão. Mas esperamos que, falando um pouco das mais buscadas, a gente tenha conseguido te ajudar com todo esse processo.

Não deixa de acompanhar o nosso blog, pois já começamos a publicar vários artigos sobre os diferentes programas de residência médica e as provas de residência das principais instituições de São Paulo, além de todos os editais que saem! Você já pode começar conferindo nosso artigo sobre quanto ganha um ginecologista, que tal?

Ficou alguma dúvida? Fala pra gente! Deixe aqui nos comentários que a gente responde! 

Bons estudos!

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JoãoVitor

João Vitor

Capixaba, nascido em 90. Graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e com formação em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) e Administração em Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Apaixonado por aprender e ensinar.