A prova de residência é uma fase muito importante de transição para você se tornar um ótimo profissional. O problema é que muita gente chega nessa etapa sem saber como é a prova de residência médica, o que gera mais complicações que o necessário.
A verdade é que, quanto mais cedo você entender sobre essa avaliação, melhor será a sua preparação. Assim, você consegue ajustar seu mindset desde já e focar nos esforços certos para alcançar seus objetivos. Então, está pronto para saber como é a prova de residência médica? Continue a leitura!
Antes disso, sabemos que você está aqui porque está pensando na sua preparação para as provas de residência médica, então tenho uma sugestão:
Estou falando do Extensivo Medway, nosso curso que conta com um ultrabanco com mais de 14.000 questões comentadas, aulas ultradidáticas, fichas-resumo, flashcards, revisões programadas, apostilas e o MedBrain, nossa inteligência que personaliza toda sua preparação, de acordo com os seus objetivos e desempenho.
Se você quer conhecer todos esses recursos na prática, se inscreva no teste grátis de 7 dias. Quem testa, escolhe Medway.
Para avaliar e classificar os aspirantes a médicos, a prova de residência médica costuma ser dividida em duas fases principais. Na primeira, há a prova teórica, que existe em todos os processos seletivos.
A estrutura varia para cada instituição, mas, geralmente, possui duração de 4 a 6 horas. O conteúdo que cai na prova de residência costuma ser dividido igualmente entre as 5 grandes áreas da Medicina (ou seja, 20% para cada uma delas):
Nem sempre essa divisão de 20% em grande área fica clara, pois algumas questões são interdisciplinares. Quanto ao nível de dificuldade, é comum que perguntas fáceis, intermediárias e difíceis sejam distribuídas ao longo da prova.
Lembrando que nem todas as residências são de acesso direto, isto é, acessíveis para o recém-formado. Algumas exigem especialização anterior, como Cardiologia e Endocrinologia. Nesses casos, as provas contam com pré-requisitos, que são questões específicas sobre a área de atuação desejada.
O número de questões da prova de residência é bastante variável. Por exemplo, enquanto grande parte das instituições segue o modelo de 100 questões de múltipla-escolha (como a Unifesp e a UFRJ), algumas têm menos questões (80 na UERJ) ou mais que isso (160 questões na UNICAMP).
Além disso, nem todas são baseadas apenas em questões de múltipla-escolha. Há alguns anos, a USP-SP possui uma parte discursiva na prova, com uma questão de cada grande área e diversos subitens. Já a prova do SUS-BA, por exemplo, é composta apenas por questões discursivas.
Alguns processos seletivos são compostos apenas pela avaliação teórica, como é o caso da maioria dos concursos no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, grande parte do Sul e do Nordeste. No entanto, alguns possuem uma prova prática de residência médica, uma etapa de análise curricular e entrevista.
É importante saber como é a prova de residência médica no quesito prático, pois ela avalia o candidato na posição de médico, em questões que variam de situações corriqueiras de ambulatório até emergenciais em um PS.
Geralmente, a avaliação prática é dividida em “estações”, que variam de três a dez. Cada uma corresponde a uma área e inclui um caso clínico, em que se espera a atuação do candidato.
Diante de cada caso, é possível fazer anamnese, analisar e laudar exames, propor diagnósticos e tratamentos e até executar procedimentos. Os casos não costumam envolver nada mirabolante, mas tudo é observado e conta pontos, seguindo a distribuição de notas indicada no edital de residência médica.
Alguns processos seletivos contam tanto com a prova prática e análise curricular, ou apenas com a análise curricular. Diferente da prova objetiva, que mede o conhecimento teórico, o currículo avalia a trajetória acadêmica e profissional do candidato ao longo dos seis anos de graduação.
Essa etapa funciona através de um sistema de pontuação baseado em itens pré-definidos no edital. A banca examinadora atribui pontos para atividades como monitorias, iniciação científica (com ou sem bolsa), publicação de artigos em revistas indexadas, apresentação de trabalhos em congressos, domínio de línguas estrangeiras e estágios extracurriculares.
Em algumas instituições, essa fase também inclui uma entrevista, onde o candidato deve defender as escolhas feitas durante a faculdade e demonstrar postura ética e alinhamento com os valores do serviço de saúde. O objetivo final é identificar quem, além de saber a teoria, teve uma formação prática e acadêmica sólida e diversificada.
Tão importante quanto saber como é a prova de residência médica é entender o que fazer para se preparar corretamente. O primeiro ponto é saber que você não conseguirá estudar tudo. Parece uma dura verdade, mas ela é necessária para você não perder tempo se cobrando sobre detalhes que não terão tanto impacto.
Em vez de tentar abraçar o mundo, o ideal é priorizar os focos. Definir o que é relevante por meio de um planejamento de estudos fará com que você pontue mais e aumente suas chances de aprovação na prova.
Também é indispensável ter uma boa organização, pois, somente assim, é possível dar conta do que precisa ser estudado e atuar de modo otimizado, o que aumenta a produtividade. Você pode distribuir seu tempo entre os estudos e demais compromissos do cotidiano, de modo a não se sobrecarregar.
O principal vem agora: o caminho certo não envolve se afundar nas apostilas e apenas estudar por elas. É muito importante fazer exercícios, simulados, reproduzir as provas anteriores das instituições de interesse e até simular as etapas práticas para estar preparado para encarar os processos seletivos.
Mais que contar como é a prova de residência médica, damos dicas que melhoram a preparação nessa fase. Uma delas é o curso preparatório, que otimiza os estudos e aumenta o desempenho nos processos seletivos graças às aulas com professores qualificados.
Com uma metodologia padrão-ouro, os candidatos aprendem os conteúdos recorrentes nas cinco grandes áreas da Medicina, tiram as dúvidas e têm acessos a materiais exclusivos. Tudo isso faz a diferença nos resultados e deixa mais próximo da tão sonhada aprovação. Venha fazer parte do nosso time!
Cofundador da Medway, formado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e com Residência Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) e Administração em Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Siga no Instagram: @joaovitorsfernando
Você também pode gostar