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Os 3 hospitais mais concorridos para fazer residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP

Para muitos, a prova de residência médica do SUS-SP é a porta de entrada para fazer residência em otorrinolaringologia em um centro de referência. Afinal, não estamos falando de qualquer processo seletivo de residência médica, mas de um dos maiores, não só de São Paulo, mas do Brasil!

No último processo seletivo, com acesso em 2020, foram, ao todo, 8 vagas para a residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP. É “pouco”, principalmente considerando a concorrência, que foi de 58 candidatos para cada uma delas!

Mas quem quer fazer residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP encara essa gente toda porque sabe o que espera no fim dessa jornada: a tão sonhada vaga no programa de residência médica de algumas das instituições mais renomadas do País!

Você já deve saber que, no SUS-SP, o próprio candidato pode escolher a instituição em que vai fazer residência médica, no tradicional leilão de vagas do SUS-SP – se você ainda não está por dentro de como isso acontece, dá uma olhada no nosso artigo sobre a prova de residência médica do SUS-SP, pois lá contamos tudo!

O ideal é chegar no leilão já com duas ou três opções de hospitais na ponta da língua! Você, que quer fazer residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP, já sabe quais são as suas? Sabe pelo menos quais são os hospitais mais disputados em Otorrinolaringologia no SUS-SP e por quê? Chegou a hora de descobrir, é só continuar aqui com a gente!

HRAC-USP Bauru, o Hospital Centrinho de Bauru

O HRAC-USP Bauru (Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da USP de Bauru), mais conhecido como Hospital Centrinho de Bauru, é um dos programas mais disputados para quem quer fazer residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP.

Todo ano, são oferecidas 3 vagas para esse programa, que tem o objetivo de formar médicos para trabalhar segundo os princípios do SUS, com conhecimento e capacitação para usar novas tecnologias.

Um dos motivos para esse ser um dos programas de residência médica em Otorrinolaringologia no SUS-SP mais disputado pelos candidatos você já deve imaginar: além de ser um hospital-escola, o que já implica em um bom volume de casos e atendimentos, trata-se de um serviço da USP, que sempre é uma referência forte quando o assunto é medicina!

Mas o mais importante da residência em Otorrinolaringologia do Centrinho de Bauru é o contato que você vai ter com anomalias craniofaciais e pacientes fissurados, que certamente são um ponto bem forte para quem quer atuar na área craniofacial.

Um ponto que pode ser negativo para alguns é a localização do hospital, mas se você estiver disposto a fazer as malas e se mudar para Bauru, que fica a 326 km da cidade de São Paulo, pode acreditar que vai receber a preparação ideal para se especializar em Otorrinolaringologia.

Hospital Santa Marcelina

Localizado na Zona Leste de São Paulo, o Hospital Santa Marcelina está entre os hospitais mais disputados em várias especialidades de acesso do SUS-SP, e são muitas as razões para esse favoritismo: tradição, grande volume de casos, preceptores bons e conhecidos…

Hospital Santa Marcelina, um dos mais concorridos para se fazer a residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP
Hospital Santa Marcelina

Afinal, estamos falando aqui do principal hospital da Zona Leste que atende o SUS, não é pouca coisa não! Isso significa que nunca vai faltar volume de atendimento ou de cirurgias! Além disso, são 59 anos de atuação – muito médico otorrino bom partiu daqui!

Tudo isso, ao longo dos anos, tem ajudado a consolidar o Hospital Santa Marcelina como um bom serviço e, claro, uma das primeiras opções para quem quer fazer residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP.

Assim como no caso do Hospital Centrinho de Bauru, a localização do Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, também pode desestimular alguns candidatos, afinal a distância do centro e outras regiões importantes da capital é considerável.

Mas quem estiver disposto a morar na Zona Leste ou fazer uma viagem todos os dias não vai se dedicar em vão! No geral, quem faz residência médica em Otorrino no Santa Marcelina sai com uma formação completa, tanto ambulatorial e cirúrgica, pois, além do volume elevado de cirurgias, há muitos ambulatórios de especialidades.

Beneficência Portuguesa de São Paulo

Também muito tradicional, a Beneficência Portuguesa (BP) de São Paulo, tem mais de 160 anos de existência! Mas essa é apenas uma das razões por que esse hospital atrai quem quer fazer residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP.

Para começar, a BP se destaca por sua estrutura: oficialmente, as atividades de residência médica acontecem na BP Paulista, que fica na Bela Vista, em São Paulo, mas também há muitas atividades na BP Mirante, que também fica na região e conta com uma estrutura de medicina avançada, com profissionais nacional e internacionalmente conhecidos em especialidades de alta complexidade. Apesar do destaque à BP Mirante, vale lembrar que a estrutura da BP como um todo é excelente.

Quem faz residência em Otorrinolaringologia na BP geralmente sai com ótima mão cirúrgica. Por não contar com ambulatórios de especialidades, como o Santa Marcelina, a formação na parte ambulatorial não é tão forte. Ainda assim, o hospital conta com muitos chefes especialistas reconhecidos em todo o Brasil e assistentes que também são referência em suas áreas.

Um ponto que pode desmotivar os candidatos à residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP a escolherem a BP pode ser o volume de casos, que reduziu depois que a instituição parou de atender o SUS e passou a funcionar apenas com convênios e particular.

Bônus: Unisa

Ainda que não tenha tanto destaque quanto os três que citamos, a Unisa também tem ganhado importância nos últimos anos e se tornado uma opção frequente de quem quer fazer residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP.

Trata-se de um serviço que vem crescendo e ganhando mais maturidade, também com um bom volume de cirurgias e uma parte clínica forte, principalmente na parte de ambulatórios.

O programa é fundamentado na prática, com ambulatório, cirurgias e exames especializados no Hospital Geral do Grajaú (HGG), e cirurgias de urgência/emergência, atuando também em Unidades da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (Adaptações de Próteses Auditivas).

Já sabe qual vai ser sua principal opção para fazer residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP?

Gostou de saber mais sobre os hospitais mais disputados para fazer residência em Otorrinolaringologia no SUS-SP? Depois disso já dá pra decidir quais vão ser pelo menos suas duas primeiras opções, vai! Se você ainda está pesquisando os programas, dá uma olhada aqui no blog nos nossos posts sobre como é a residência em Otorrinolaringologia na USP e na Unifesp.

Mas se você já tem certeza que quer focar no SUS, então sabe que a prova de residência médica do SUS-SP tem apenas uma fase, composta de uma prova teórica objetiva de múltipla escolha. Ou seja, você só tem uma chance de mandar bem, então nada de perder tempo nessa reta final estudando o que não vai cair, hein? No nosso Guia Estatístico gratuito, contamos quais são os 6 focos mais cobrados em cada grande área!

tempo de sobra pra se preparar e mandar bem nessa prova, mas tem que estudar do jeito certo e com direcionamento.

O Intensivo São Paulo tem provas de residência médica do SUS-SP dos últimos 5 anos comentadas e um guia estatístico exclusivo para os alunos, com TODOS os temas que mais caem na prova. São 40 aulas direcionadas para a prova do SUS-SP e um simulado específico com as nossas apostas para esse ano.

A turma 2 está esgotada, mas já deixa seu nome na lista de espera do Intensivo São Paulo para receber o aviso de novas vagas – que, atendendo a pedidos, devem chegar em breve!

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JoanaRezende

Joana Rezende

Carioca da gema, nasceu em 93 e formou-se Pediatra pela UFRJ em 2019. No mesmo ano, prestou novo concurso de Residência Médica e foi aprovada em Neurologia no HCFMUSP, porém, não ingressou. Acredita firmemente que a vida não tem só um caminho certo e, por isso, desde então trabalha com suas duas grandes paixões: o ensino e a medicina.