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5 questões de Psiquiatria comentadas

Temos vários objetivos aqui na Medway. Um dos mais diretos é o de te ajudar a aprimorar seus estudos e alcançar seus melhores resultados. Para isso, sempre buscamos, entre outras coisas, trazer dicas e técnicas de estudo, memorização ou o que quer que seja. E pra quem acompanha nossos textos, não vai ser uma surpresa que uma das teclas em que mais batemos é a do estudo por questões para a residência médica — isso porque, para memorizar conteúdos, essa prática se destaca bastante, pois você exercita seus conhecimentos sob a perspectiva do exame que você quer fazer. Pensando nisso, separamos 5 questões de Psiquiatria comentadas pra você testar seu conhecimento e ainda receber aquela assistência pra qualquer dúvida que surgir. 

Aproveitando, tenho um convite pra você, que quer conhecer outras formas de estudo tão eficientes quanto a realização de questões. A partir do dia 4 de outubro, vamos promover a Jornada da Aprovação na Residência Médica, um evento gratuito com aulas ao vivo sobre os seguintes temas:

Veja 5 questões de Psiquiatria comentadas.
Veja 5 questões de Psiquiatria comentadas
  • Os erros que você comete na sua preparação
  • A metodologia e as técnicas de estudo de quem é aprovado em todas
  • A forma correta de revisar o conteúdo
  • Estruturando o seu cronograma de estudos

Para participar, acesse o site da Jornada da Aprovação e se inscreva. Vem com a gente para aumentar suas chances de passar em uma residência médica que vai fazer toda diferença na sua carreira!

E aí, bora lá? Sem perder tempo, vamo conferir logo as 5 questões de Psiquiatria comentadas que separamos pra você! 

Questão 1

SÍRIO 2021 – São achados da síndrome de abstinência alcoólica:

I. Tremor nas mãos.

II. Hipotensão.

III. Alucinações visuais, auditivas ou táteis.

IV. Convulsões tônico-clônicas generalizadas.

V. Sonolência.

Está correto o que se afirma em:

A.  II, III e V, apenas.

B. I, II, III, IV e V.

C. I, II e III, apenas.

D. I, III e IV, apenas.

E. I, II e V, apenas.

Comentário

A síndrome de abstinência alcoólica causa agitação psicomotora, tremor nas extremidades, alucinações visuais, agitação psicomotora e, frequentemente, crise convulsiva. Itens I, III e IV estão corretos. Hipotensão (item II) não ocorre, sendo mais comum a hipertensão secundária à agitação. Como citado, o paciente fica agitado, não sonolento, como diz o item V. Resposta correta é a letra D: I, III e IV estão certas. Quando se trata de abstinência a uma determinada droga, lembre-se que os sintomas de abstinência são opostos ao efeito da droga. O álcool é depressor do SNC, logo a abstinência alcoólica vai levar a um quadro de agitação, hipertensão e alucinações. Vamos ver cada alternativa:

A. Incorreta. Tremor de mãos e convulsões podem fazer parte da abstinência alcoólica. Hipotensão não faz parte, justamente espera-se hipertensão. 

B. Incorreta. Hipotensão não é esperado. 

C. Incorreta. Convulsões podem ocorrer. 

D. Correta. Não ocorre hipotensão e sonolência, ocorre hipertensão e agitação. 

E. Incorreta. Não ocorre sonolência. É frequente alucinações visuais, auditivas e sensitivas.

Visão do aprovado: Imagine um paciente com abstinência alcoólica em uma sala de emergência no PS. Você visualiza ele sonolento e hipotenso? Não! Teremos um paciente agitado, gritando, alucinado. Não vai passar despercebido. Se encontrar u—m paciente com suspeita de abstinência alcoólica é preciso calcular o CIWA-Ar  os principais itens da escala são: náuseas ou vômitos, tremores, sudorese, ansiedade, alucinações táteis auditivas ou visuais, cefaleia, agitação e orientação.

Nível de dificuldade: fácil.
Gabarito: alternativa C.

Questão 2

USP-RP 2021 – Uma criança de três anos foi avaliada com queixa de atraso na fala. Ainda não falava, compreendia comandos verbais simples e pouco frequentemente, apontava ou conduzia o responsável pela mão para ter suas solicitações atendidas. Marcos motores grosseiros foram adquiridos dentro da normalidade. Na escola, nos espaços públicos, tendia ao isolamento. Apresentava ainda hipersensibilidade aos estímulos auditivos, agitação, irritabilidade, dificuldades com mudanças na rotina e rompantes de comportamento e estereotipias motoras.

Qual a principal hipótese diagnóstica para esse paciente?

A. Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.

B. Deficiência auditiva.

C. Transtorno da linguagem.

D. Transtorno do espectro autista.

Comentário

Algumas coisas no enunciado dessa questão devem nos chamar atenção: criança de três anos com atraso na fala, mas que entende o que lhe era dito e aponta o que quer, tende ao isolamento com dificuldade de socialização, e possui hipersensibilidade aos estímulos auditivos, dificuldade de quebra de rotina, estereotipias motoras, porém sem atraso nos marcos motores grosseiros. Quando juntamos tudo isso em uma única criança, precisamos pensar no transtorno do espectro autista (TEA).

Resumidamente, ele se trata de um transtorno no desenvolvimento neurológico, caracterizado por dificuldades de comunicação e interação social e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos. Esses sintomas configuram o núcleo do transtorno, mas a gravidade de sua apresentação é variável.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), existem alguns sinais de alarme que podem já estar presentes no primeiro ano de vida e que devem estar sempre presentes em nossas mentes nas consultas de puericultura:

O diagnóstico do TEA deve seguir critérios definidos internacionalmente, com avaliação completa e uso de escalas validadas. É difícil justamente pela heterogeneidade etiológica e fenotípica dos casos (por isso chama de espectro). Uma das ferramentas é o M-CHAT: um questionário específico que ajuda a classificar o risco de TEA em uma criança suspeita.

Sabendo de tudo isso, vamos olhar as alternativas para entendermos o porquê cada uma delas não poderia ser o diagnóstico:

A. Incorreta. Aqui temos outra entidade que tem prevalência considerável entre as crianças. No TDAH temos desatenção, desorganização, dificuldade de planejamento, falta de controle dos impulsos e de execução que acompanha o indivíduo em todos os ambientes (por exemplo, em casa e na escola). Porém a alteração da comunicação social e os comportamentos repetitivos não são comuns a esta condição. 

B. Incorreta. Excluímos essa alternativa porque os déficits auditivos não causam prejuízo na sociabilização, nem cursam com hipersensibilidade a estímulos sonoros específicos. Nos pacientes com TEA, certos ruídos podem até gerar crises de ansiedade importantes. 

C. Incorreta. Não estamos diante de um transtorno da linguagem, pois ele até pode interferir na sociabilização, porém não vem acompanhado de gestos nem comportamentos repetitivos (estereotipados).

D. Correta. Encaixa certinho nas principais características clínicas do TEA.

Visão do aprovado: Nessa questão, se soubermos bem as principais características de TEA, conseguimos matar a questão, sem necessariamente conhecer as peculiaridades dos outros diagnósticos apresentados. É fundamental lembrar que o TEA é um distúrbio do desenvolvimento caracterizado por déficits na interação e comunicação sociais, além de padrões repetitivos de atividades, interesses e comportamentos, e não propriamente um distúrbio da linguagem ou cognição.

Nível de dificuldade: fácil.
Gabarito: alternativa D.

Questão 3

USP-SP 2021 – Um estudante de biologia de 24 anos de idade é trazido por sua mãe e seu irmão ao pronto-socorro. Nas últimas duas semanas, o estudante tem ficado progressivamente mais agitado, inquieto, dormindo menos e falando rápido, às vezes difícil de entender. Há dois dias começou a falar que descobriu a cura para a covid-19, tendo enviado várias mensagens eletrônicas para diferentes jornais, instituições públicas e embaixadas. Diz agora que aguarda a ligação de ministros da saúde de vários países para conversar sobre sua descoberta. Quando questionado pelo irmão sobre esses fatos, ficou muito irritado e tentou agredi-lo fisicamente.

A família diz que o paciente sempre foi estudioso, trabalhador, carinhoso com os pais e é amigo do irmão. Aos 20 anos de idade, apresentou quadro depressivo e foi tratado com medicamento, cujo nome os familiares não se recordam. Não há antecedentes familiares mórbidos relevantes.

Qual é a principal hipótese diagnóstica?

A. Transtorno Obsessivo Compulsivo.

B. Esquizofrenia Hebefrênica.

C. Transtorno Afetivo Bipolar.

D. Transtorno de Personalidade.

Comentário

Essa aqui era tranquila, hein? Temos um dos clássicos da psiquiatria!

Paciente jovem apresentando, há 14 dias, agitação, inquietação, diminuição da necessidade de sono, fala rápida, fuga de ideias, baixa capacidade de concentração, envolvimento em atividades potencialmente perigosas e delírio de grandeza (“descobriu a cura da COVID-19”).

Temos, ainda, mais dois dados importantes: um episódio prévio de depressão e a ausência de qualquer outra alteração de comportamento nos seus 24 anos de vida!

Qual o diagnóstico? Temos um Episódio de Mania!

Vamos dar uma olhada nos seus critérios diagnósticos:

A) Um período distinto de humor persistentemente expansivo, irritável, com aumento expressivo de atividades e energia, durando pelo menos 7 dias.

B) Presença de ao menos 3 dos seguintes sintomas:

  • – Aumento de autoestima e/ou sensação de grandiosidade
  • – Diminuição da necessidade de sono
  • – Mais falante do que o habitual
  • – Fuga de ideias ou sensação de pensamento acelerado
  • – Desatenção
  • – Intensificação de atividades (em âmbito social, de trabalho, sexual, etc) ou agitação psicomotora
  • – Envolvimento em situações potencialmente perigosas

C) As alterações de humor são suficientemente importantes a ponto de causar prejuízo social/laboral ou até mesmo necessidade de internação hospitalar.

Quando nos deparamos com um quadro que caracteriza mania, já podemos firmar o diagnóstico de Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) – especificamente o tipo 1.

Não há necessidade de episódio de depressão prévio!

A banca ainda foi camarada e colocou esse dado para nos ajudar a raciocinar.

A hipomania se caracterizaria por sintomas como os citados acima, porém mais brandos e com duração de ao menos 4 dias. Para caracterizar TAB, aqui sim seria necessário um episódio depressivo prévio. Teríamos então um TAB do tipo 2.

Bem, já temos a resposta, não é? Mas vamos olhar as alternativas.

A. Incorreta. O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é diagnosticado na presença de comportamentos obsessivos, compulsivos ou ambos. As obsessões se caracterizam por pensamentos recorrentes e persistentes, urgências incontroláveis que são percebidas como intrusivas ou indesejáveis, gerando ansiedade ou estresse. O indivíduo tenta ignorar ou suprimir esses pensamentos com ações. As compulsões são comportamentos repetitivos (lavar as mãos, organizar coisas, etc) ou atos mentais (rezar, contar, repetir palavras etc) que o indivíduo se sente obrigado a realizar em resposta a uma obsessão ou de acordo com regras criadas por ele mesmo e que devem ser aplicadas rigidamente.

B. Incorreta. Na esquizofrenia teríamos, além de delírios, alucinações (visuais, auditivas), discurso desorganizado, comportamento desorganizado e sintomas negativos (abulia, humor indiferente). Além disso, precisaríamos de 6 meses de sintomas recorrentes para o diagnóstico.

C. Correta. Resposta da nossa questão como visto acima.

D. Incorreta. Existem vários tipos de transtornos de personalidade. Esse diagnóstico não se encaixaria aqui porque esses quadros se apresentam ainda na adolescência e o enunciado nos fornece a informação de que o paciente em tela era completamente “normal” até então.

Visão do aprovado: Lembre-se, mania é igual a diagnóstico de TAB, independentemente da presença de episódio depressivo prévio.

Nível de dificuldade: moderado
Gabarito: alternativa C.

Questão 4

UNESP 2021 – Mulher de 42 anos apresenta, há 2 meses, dores pelo corpo, desânimo, irritabilidade, insônia com sono não reparador, diminuição do apetite e emagrecimento de 5 kg, com piora há 15 dias. Não tem conseguido fazer as tarefas domésticas, nem outras atividades de que antes gostava, passando a maior parte do dia com os sintomas, com discreta melhora da disposição física no período da tarde. Não consegue relacionar sua situação a nenhum fator ambiental, mas relata maior indisposição para o trabalho, o que tem gerado alguma dificuldade com os colegas. AP: episódio semelhante há 10 anos. O diagnóstico e a conduta medicamentosa são:

A. Transtorno depressivo maior; inibidor preferencial de recaptura de serotonina.

B. Transtorno do sintoma somático; benzodiazepínicos.

C. Transtorno bipolar; estabilizador de humor.

D. Transtorno depressivo persistente (distimia); antidepressivo tricíclico.

Comentário

Primeiramente, vamos lembrar dos critérios diagnósticos de depressão? Para o DSM-V, para o diagnóstico da depressão maior, 5 ou mais dos seguintes sintomas devem estar presentes quase todos os dias durante o mesmo período de 2 semanas, e um deles deve ser humor deprimido ou perda de interesse ou prazer:

  • Humor deprimido durante a maior parte do dia;
  • Diminuição acentuada do interesse ou prazer em todas ou quase todas as atividades durante a maior parte do dia;
  • Ganho ou perda ponderal significativo (> 5%) ou diminuição ou aumento do apetite;
  • Insônia (muitas vezes insônia de manutenção do sono) ou hipersonia;
  • Agitação ou atraso psicomotor observado por outros (não autorrelatado);
  • Fadiga ou perda de energia;
  • Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva ou inapropriada;
  • Capacidade diminuída de pensar, concentrar-se ou indecisão;
  • Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio, tentativa de suicídio ou um plano específico para cometer suicídio.

Analisando os sintomas descritos na questão, estamos diante de um clássico quadro de depressão maior, cujo tratamento deve ser a associação de psicoterapia com antidepressivos, sendo que os inibidores seletivos da recaptação de serotonina são considerados primeira linha no tratamento medicamentoso. 

A. Correta. Sintomas clássicos de transtorno depressivo maior, cujo tratamento deve ser associação de psicoterapia com inibidores seletivos da recaptação de serotonina.

B. Incorreta. A somatização é a manifestação de fatores mentais na forma de sintomas físicos. Para o diagnóstico de transtorno de somatização são necessários pelo menos 2 anos de sintomas físicos sem alterações nos exames físicos e laboratoriais, acompanhando de recusa do paciente em aceitar que não há explicação médica para os sintomas. 

C. Incorreta. Para a caracterização de transtorno bipolar é necessário a alternância de episódios depressivos e maníacos (ou hipomania). 

D. Incorreta. Já o transtorno distímico é a depressão leve, de início insidioso e intensidade duradoura (diferentemente do apresentado pela nossa paciente). 

Visão do aprovado: Um bom médico e um bom ginecologista têm que ter uma visão holística sobre a saúde de sua paciente. Esta questão, no final da prova de ginecologia, vem trazer este recado. Foca nos estudos que no final do ano você irá arrebentar!

Nível de dificuldade: difícil.
Gabarito: alternativa A.

Questão 5

USP SP 2021 – A embriaguez patológica caracteriza-se por:

A. Ingestão compulsiva de grandes quantidades de álcool em fases bem delimitadas de tempo com alteração da lucidez de consciência.

B. Ingestão de pequenas doses de álcool, alucinação tipo macrozoopsia concomitante e convulsões sub-entrantes.

C. Ingestão de grandes quantidades de álcool, acompanhada de euforização do humor seguida da fase comatosa, com relaxamento esfincteriano.

D. Ingestão de pequenas doses de álcool, crespuscularização da consciência e amnésia lacunar.

Comentário

A Embriaguez Patológica se distingue da Embriaguez “Normal” pelo fato de o indivíduo apresentar — mesmo com o consumo de pequenas quantidades de bebida alcoólica — um estado de ânimo exaltado, desinibição, perda de autocontrole, estreitamento do estado de consciência e comportamento agressivo, diferindo muito de sua personalidade quando sóbrio. Ocorre, ainda, amnésia lacunar (“esquecimento” de atos cometidos e acontecimentos ocorridos durante o estado de embriaguez).

Esse quadro pode acometer pessoas saudáveis, porém é mais frequente em portadores de doenças neurológicas prévias, como epilepsia, por exemplo.

A alternativa que melhor descreve esse quadro é a D, porém vamos dar uma olhada nas outras, beleza?

A. Incorreta. Essa descrição corresponde a um quadro de uso abusivo de álcool

B. Incorreta. Aqui a banca mistura conceitos de duas condições distintas, de forma a tentar confundir o candidato. O estado de convulsões e MICROzoopsia associado à abstinência alcoólica caracteriza o Delirium tremens.

C. Incorreta. O quadro descrito é compatível com uma intoxicação aguda pelo álcool. Temos inicialmente uma fase de euforia  que se segue por depressão do sensório e – até mesmo – coma.

D. Correta. Compatível com o quadro que descrevemos lá no início do comentário

Visão do aprovado: Galera, todos conhecemos os sinais e sintomas de embriaguez, seja por vivenciá-los ou observá-los, correto? Com essa informação “da vida” podíamos excluir logo a alternativa B. Ficaríamos com as outras 3 que descrevem esse estado. Mas pensa: todo mundo que ingerir álcool em excesso vai apresentar embriaguez, o que faz isso ser patológico e torna essa pessoa diferente das outras? O fato de isso acontecer com pequenas quantidades de álcool!

Nível de dificuldade: difícil.
Gabarito: alternativa D.

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JoãoVitor

João Vitor

Capixaba, nascido em 90. Graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e com formação em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) e Administração em Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Apaixonado por aprender e ensinar.